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terça-feira, 18 de julho de 2017

Partido da ciência é uma boa?

Publiquei alhures algumas orelhadas minhas (abaixo reproduzidas) sobre a proposta de um partido de cientistas e algumas possíveis alternativas.
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Partido próprio
*Vantagem: controle sobre o processo de escolha dos candidatos - tanto do partido, quanto dos eleitores (os votos não vão para candidatos alienígenas à proposta), adesão à plataforma.
*Desvantagem: administrar tensões internas de questões extracientíficas (e mesmo questões intracientíficas mais polêmicas), como a divisão natural entre direita e esquerda (sim, é natural - sem me alongar muito, é natural que uns prefiram soluções mais individuais e outros, mais coletivas), coletivização da imagem a toda à a comunidade científica (não apenas ao partido) em caso de erros de membros do partido, esforço pra criar uma estrutura quase do zero; enfrentar cláusulas de barreira.
Partidos preexistentes*Vantagem: aproveitamento de estrutura e know-how já estabelecidos; a depender do partido, aproveitamento de base eleitoral; erros individuais não respingarão tanto para toda a coletividade; tensões como direita-esquerda diluem-se com participação de cada cientista-político (atenção: não é cientista político) a agremiações com filosofias mais afins.
*Desvantagem: imagem desgastada dos partidos estabelecidos em geral; controle reduzido da escolha de candidatos e alocação de verbas de campanha; não garante unidade de plataforma, especialmente em grandes partidos; necessidade de articulação suprapartidária para uma bancada da ciência.
Lobby
*Vantagem: evita desgaste político por erros de representantes; não necessita manutenção de estrutura partidária; nem fica preso à agenda de outros partidos. necessidade de estrutura para fazer pressão junto a políticos; incapacidade de interferência mais direta no processo legislativo.
*Desvantagem: eficiência histórica um tanto discutível; necessidade de concorrência com outros lobbies de setores com interesses diversos ou antagônicos; necessidade de grandes concessõesnecessidade de estrutura para fazer pressão junto a políticos; incapacidade de interferência mais direta no processo legislativo.
Estratégia mista
*Vantagem: pode combinar várias vias alternativas em paralelo, em série ou sinergisticamente.
*Desvantagem: divisão de recursos humanos e financeiros em várias vias; pode combinar as desvantagens.
Nada
*Vantagem: não se arrisca ao ônus da tentativa.
*Desvantagem: dificilmente obtém algum resultado; no andar da carruagem atual, tende a piorar.
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Eu vejo a iniciativa com bons olhos e, apesar dos riscos envolvidos, acho que vale a pena o experimento (até pela oportunidade de adotar a denominação Partido da Ciência - PaCiência). Como grupo controle eu receitaria estabelecer alguns universos paralelos em que outras alternativas são tentadas, mas suspeito que a CEUA (Comissão de Ética no Uso de Animais) e o CETEA (Comitê de Ética em Experimentação Animal) não darão o aceite.

Upideite(19.jul.2017): Carlos Orsi também apresentou a análise dele sobre a proposta. Ele é mais pessimista quanto à solução via participação partidária - e vê como melhor alternativa a mobilização popular. É algo a se pensar com carinho. Eu discordo porém do nível de dificuldade que Orsi vê na solução partidária e da facilidade da via da mobilização popular. Em relação ao primeiro ponto: sim, a via política pressupõe negociações, mas isso ocorre mesmo na mobilização popular - agora que tipo e nível de concessão será feita, é uma discussão que cabe. No segundo, 7 milhões de pessoas (estimativa de Orsi do número mínimo de pessoas a serem mobilizadas em projetos pró-ciência) é *muita*, mas *muita* gente. Mesmo o milhão que ele calcula para o nível estadual é difícil de se conseguir. Pra se criar um partido novo, algo como 500 mil assinaturas são necessárias (em 14 unidades da federação), um projeto de lei de iniciativa popular em nível federal demanda mais de 1 milhão de signatários. Tanto não é trivial se obter esse número que são bem raros tais projetos que chegam ao congresso para votação; mesmo o projeto do MPF com medidas para combate à corrupção conseguiu 2 milhões de assinaturas, tendo uma grande campanha (inclusive com veiculação de peças publicitárias nos meios de comunicação) e uma grande comoção popular. Isso *por projeto*. Há inúmeros projetos de interesse da comunidade científica (e a visão é não lidar apenas com ciência, mas também com educação), seria preciso bastante esforço pra aprovar cada um deles - alguns talvez poderão ser juntados em pacotes, mas acho que não seria o caso por exemplo de um projeto para desburocratização de importação de insumos para pesquisa e um de garantir 10% do PIB na educação. Se a SBPC consegue atrair cerca de 10 mil pessoas em suas reuniões, para a Marcha pela Ciência foi bem menos que isso. A abordagem por projeto permite reunir pessoas temporariamente por interesses comuns e abordar diferentes públicos para diferentes projetos: é possível, assim, por exemplo, conseguir apoio para um projeto a respeito de liberação do cultivo de transgênicos de um lado e, de outro, um a respeito de controle de emissão de gases de efeito estufa - que, na população, o apoio a cada causa pode estar cindido em dois grupos divergentes. Para se manter de modo permanente um único grupo de pelo menos 7 milhões* - que possam, não apenas apoiar projetos, como ajudar a eleger representantes da comunidade científica e educacional ou com afinidades com essa comunidade - seria preciso ter ou um grande poder econômico como a bancada ruralista ou um poder de influência ideológica como a bancada da bíblia (que também tem um bom poder econômico), mais do que apenas uma boa comunicação. Ou precisaria fazer alianças - e daí concessões - com grupos que tenham tal poder ou capilaridade: aceitaria patrocínio da Fiesp? dos grandes pecuaristas e sojicultores? iria se aliar à CUT? à ICAR ou à IURD? (Não digo que as respostas a essas perguntas sejam necessariamente 'não'. Durante a Ditadura Civil-Militar, a SBPC contou com aliança estratégica com certos setores da ICAR. Apenas ressalto que a questão da concessão e alianças não são elididas apenas porque se opta por uma via que não a partidária.)

*Upideite(19/07/2017): Nos comentários Orsi diz: "Oi, Takata! Só um adendo: a taxa de 3,5% da população (7 milhões no Brasil) não seria o mínimo, mas o suficiente: a tese é que nenhum movimento pacífico que tenha mobilizado 3,5% ou mais da população de um país jamais falhou em atingir suas metas. Há movimento menores que também obtiveram sucesso."

Eu fico ainda com a expressão "pelo menos" ou, de modo equivalente, "no mínimo", já que mobilizações menores não garantem a transformação apoiada por esse contingente. Com menos, pode ou não ocorrer.

Um complicador é que esse movimento vai ser vencedor convertendo o restante a população (ao menos a parte com poder para garantir a mudança), mas e se há um movimento - até mais renhido em sua obstinação - oposto? Pautas científicas em vários pontos enfrentam resistência: vacinação, evolução, AGA... Não dá pra crescer facilmente em uma matriz que oferece pouca ou nenhuma resistência; deve haver algumas cotoveladas ao abrir caminho. Outro é o fator tempo. Ok, resistência pacífica for the win, mas... quando? Os cristãos levaram uns três séculos pra ganhar Roma. Mesmo que atingindo o limiartar de 3,5% garanta uma conversão instantânea, quanto tempo para se crescer até 3,5%? Não que tempo seja uma questão ausente em uma saída partidária - quanto tempo até conseguir eleger um representante? \Ou quanto tempo até ter uma bancada que faça alguma diferença? Por que tempo é premente? Só pra ficar em dois pontos em que tempo é crucial: AGA e revolução demográfica - a janela de tempo em que seremos capazes de alguma intervenção significativa para evitar o pior das mudanças climáticas está se fechando (não mais do que uma ou duas décadas); a revolução demográfica, com uma população mais envelhecida, também nos impõe um limite de tempo para criar condições necessárias de investimentos em ciência e educação, antes que questões como aposentadoria e gastos com doenças degenerativas ocupem um montante do orçamento público que diminuam o espaço para se aportar grana suficiente nos sistemas de CT&I e escolas públicas e universidades para mudar o nosso patamar de desenvolvimento.

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Uma longa jornada: o efeito de longas horas trabalhadas na saúde

Aparentemente a CNI tem um problema de interpretação de texto e seu presidente, Robson Braga de Andrade, de se expressar.

Após polêmica nas mídias sociais e tradicionais sobre fala do empresário a respeito da jornada de trabalho no Brasil, a entidade publicou nota afirmando que seu mandatário: "JAMAIS defendeu o aumento da jornada de trabalho brasileira, limitada pela Constituição Federal em 44 horas semanais" (grifo deles.)

Para provarem o ponto, na mesma nota republicam a transcrição correta do que disse Andrade:

"Nós aqui no Brasil temos 44 horas de trabalho semanais. As centrais sindicais tentam passar esse número para 40. A França, que tem 36 horas, passou agora para 80, a possibilidade de até 80 horas de trabalho semanal (sic, são 60 horas) e até 12 horas diárias de trabalho. A razão disso é muito simples, é que a França perdeu a competitividade da sua indústria com relação aos outros países da Europa. Então, a França está revertendo e revendo as suas medidas para criar competitividade. O mundo é assim. A gente tem que estar aberto para fazer essas mudanças. E nós ficamos aqui realmente ansiosos para que essas mudanças sejam apresentadas no menor tempo possível."

Ou seja, se jamais defendeu, jamais defendeu até então... pois o trecho é exatamente a defesa da adoção de uma jornada estendida de 12 horas e 60 horas por semana.

Questões políticas à parte; temos uma literatura científica já com algum tamanho sobre os efeitos que jornadas extensas têm na saúde do trabalhador.

Em 2004, o National Institute for Occupational Safety and Health publicou um estudo de revisão sobre a literatura acerca do tema. A conclusão geral foi:
"In 16 of 22 studies addressing general health effects, overtime was associated with poorer perceived general health, increased injury rates, more illnesses, or increased mortality. One meta-analysis of long work hours suggested a possible weak relationship with preterm birth. Overtime was associated with unhealthy weight gain in two studies, increased alcohol use in two of three studies, increased smoking in one of two studies, and poorer neuropsychological test performance in one study. Some reports did not support this trend, finding no relationship between long work hours and leisure-time physical activity (two of three studies) and no relationship with drug abuse (one study)."
["Em 16 dos 22 estudos referindo-se a efeitos gerais na saúde, as horas estendidas associaram-se a uma saúde geral percebida pior, aumento de taxa de acidentes, mais doenças ou aumento da mortalidade. Uma meta-análise de longas jornadas sugeriu uma relação fraca com nascimentos prematuros. As horas estendidas foram associadas a um ganho de peso não-saudável em dois de três estudos, aumento de consumo de álcool em três, aumento de uso de tabaco em um de dois estudos e pior desempenho em testes neuropsicológicos em um estudo. Alguns estudos não apoiam essa tendência, não encontrando relação entre longa jornada e atividade física durante as folgas (dois de três estudos) e também não encontrando relação com abuso de drogas (um estudo). "]

Uma meta-análise de Virtanen et al. (2012), incluindo 12 estudos com um total de 22.518 participantes, concluiu que jornadas longas de trabalho aumentam o risco de se desenvolver doenças cardíacas coronarianas em 40%.

Vyas et al (2012), em meta-análise de 34 estudos com 2.011.935 pessoas no total, concluem que: "[o]n the basis of the Canadian prevalence of shift work of 32.8%, the population attributable risks related to shift work were 7.0% for myocardial infarction, 7.3% for all coronary events, and 1.6% for ischaemic stroke." ["Com base na prevalência canadense de jornada de trabalho, de 32,8% de riscos populacionais atribuíveis à jornada de trabalho, 7,0% foram de infarto do miocárdio, 7,3% para todos os eventos coronarianos e 1,5% para derrame isquêmico."]

Ao que tudo indica, o presidente da CNI não chegou a ver esses efeitos deletérios à saúde do trabalhador de longas jornadas de trabalho que ele diz que não defende - mesmo estranhamente proferindo palavras que indicam o contrário.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Fosfoetanolamina: Minhas cordiais discordâncias a Bruno de Pierro

O jornalista de ciências Bruno de Pierro tem um blogue cuja leitura recomendo. Sua mais recente postagem é sobre a fosfoetanolamina e, mais genericamente, sobre os limites das ciências em relação ao que se pode conhecer e como os cientistas devem se portar em relação a esses limites.

Embora concorde que o reconhecimento dos limites das ciências seja importante, discordo dos exemplos dados e de algumas frases que ao menos na aparência têm um sentido de universalidade, mas que, elas mesmas, devem ser bem mais restritas na prática.

Ele começa contando um exemplo pessoal da musicoterapia e de seu efeito. De Pierro diz: "É simples: há um impacto positivo inegável na vida dos pacientes que são submetidos a terapias musicais." Bem, em princípio, qualquer coisa é negável - do contrário não faz parte do escopo científico (voltaremos a este ponto logo mais abaixo). Mas o que de Pierro quer dizer é outra coisa: "Basta visitar um desses lugares para ver idosos se movimentarem, sorrirem, inclusive aquele vovô rabugento. Como representar isso em gráficos, números, estatísticas? Não sei, mas os resultados, vivos, notórios, pulsantes, estão aí, diante dos nossos olhos."

Não basta visitar e ver. Muito do desenvolvimento do pensamento científico e filosófico deu-se no embate contra exatamente as subjetividades das impressões pessoais, na falibilidade de nossos sentidos. Por exemplo, há frequentemente uma diferença entre as estimativas dos participantes de manifestações entre os organizadores dos protestos e as autoridades contestadas. Os dois foram lá e viram. Mas viram coisas diferentes. São sinceros no que narram a respeito do que viram? Desconfiamos que não, porém se vamos nos basear apenas no "ir lá e ver", vamos apenas no fiar em qual narrativa mais nos agrada.

Há várias falhas no processo de simplesmente "ir e ver". O vovô rabugento está sorrindo por causa da música ou a despeito da música? E se, antes da música, mais gente estivesse sorrindo? "Ah, mas eles estavam sérios antes de começarmos a tocar a música". Mas e se começaram a tocar a música quando o efeito dos medicamentos começaram a fazer efeito?

Se o processo de inquirição científica tem limitações - e tem -, o processo de "ir e ver" também tem. E, em muitos casos, limitações até mais graves.

De Pierro prossegue: "Nem tudo cabe dentro de um artigo científico. Nem sempre os parâmetros da ciência são capazes de fornecer respostas. Quando isso não acontece, o que deve ser feito?"

Nem tudo cabe no artigo científico. Nem sempre os parâmetros da ciência são capazes de fornecer respostas. Não é o caso da musicoterapia. É possível, sim, representar os efeitos em gráficos, números e estatísticas, de modo mais abrangente e confiável do que pelo método de "ir e ver". Os melhores dados até o momento indicam que, para alguns usos (como para pessoas com desordens de espectro do autismo), a musicoterapia tem um bom efeito psicológico. Isso pode ser medido de diferentes formas: questionários para pacientes e seus familiares, medições de parâmetros fisiológicos associados a estresse (pressão arterial, frequência cardíaca, apetite, etc.), até a frequência e a duração dos sorrisos podem ser mensurados.(Infelizmente para o caso de adultos com demência, os dados disponíveis são ruins para se tirar qualquer conclusão por ora. Mas isso não é por falta de instrumento adequado de medição e, sim, por falta de aplicação adequada desses instrumentos.)

Pouca coisa que se refira a efeitos sobre a saúde fica de fora do que é verificável em termos científicos. Sobretudo o que se alega de cura de doenças e melhora de sintomas. Basta dividir os pacientes em dois grupos - de preferência de modo aleatório e com um número grande de indivíduos em cada grupo -, expor um dos grupos ao fator que se alega ter efeito, enquanto o outro grupo não recebe tal fator - de preferência sem que nem os pacientes, nem os atendentes saibam se foi ou não aplicado o fator para este ou aquele paciente. Ao final de um tempo, verificam-se os índices de melhora e de cura em cada grupo. Se o fator é misterioso (por exemplo, orações intercessórias), o estado de saúde do paciente é bem mais mundano e comezinho.

"Os maus cientistas (sim, eles existem, e não são raros) primeiramente desqualificarão o objeto que por eles não pode ser medido, analisado, compreendido ou explorado. Depois, caso haja uma pressão na sociedade ou mesmo de setores da própria comunidade científica, irão se debruçar sobre o objeto, tentando adaptá-lo aos moldes da ciência. Se o objeto, ou fenômeno, não puder ser explicado pela ciência, imediatamente será rebaixado ao posto de 'não-científico', 'charlatanismo', 'crença', 'placebo', etc."

Tirando "charlatanismo" não vejo nenhum rebaixamento com a classificação sob os demais termos antes de 'etc.' Argumentei a respeito de outra postagem de de Pierro sobre as limitações das ciências ante o saber dito tradicional que o fato de algo ser considerado "não científico" não significa que isso seja ruim. Arte é, em boa medida, não científica. A arte não se torna menor por conta disso. Mas, se algo não permite a análise pelas ciências, então não se trata de ciências. E se, ainda assim, insiste-se que seja um tipo de ciência, então estaremos diante de uma pseudociência - bastante afim do "charlatanismo" elencado por Bruno. Se algo que é charlatanismo é classificado como charlatanismo, não é rebaixamento.

"quando algo ainda não pode ser comprovado cientificamente, a resposta deve ser no sentido de desqualificar?"

Não. A resposta deve ser no sentido de qualificar segundo as qualidades. Se não é científico, não podemos dizer que seja científico. Se é charlatanismo, não podemos deixar de dizer que seja charlatanismo.

Se algo pode, em princípio, ser comprovado cientificamente e, a despeito da aplicação correta de metodologia científica, falha em ser comprovado cientificamente, então, esse "[aindanão pode ser comprovado cientificamente" qualifica-se como "cientificamente refutado" e faz pouco sentido continuar tendo o que foi refutado como válido.

Se algo pode, em princípio, ser comprovado cientificamente, mas nenhum esforço sistemático foi feito para sua validação científica, então esse "ainda não pode ser comprovado cientificamente" qualifica-se como "não devidamente testado".

Da musicoterapia, de Pierro faz a ponte, então, para a fosfoetanolamina, defendendo que os pacientes possam escolher se desejam ou não receber o composto:
"No caso da fosfo, diante da ausência de um medicamente que de fato combata o câncer, parentes e pacientes recorrem ao que há disponível e que está dando resultado, mesmo que ainda não tenha sido legitimado pela ciência. Sabem dos riscos, mas não querem mais sofrer.

É justo dizer a eles: esperem, ainda não concluímos todos os testes?
[...]
Aceitamos que um rapaz maior de idade possa fumar um cigarro com milhares de substâncias que foram cientificamente comprovadas tóxicas, usando o argumento de que o indivíduo tem o direito de decidir sobre o próprio corpo. Por que não aceitar que o mesmo rapaz, que depois pode ter um câncer de pulmão, não possa ter o direito de utilizar a fosfo, como saída última para a cura?"

Há diferença importante. Quando o rapaz decide-se por fumar, ele não está em situação de desespero. O desespero chamado à baila para que empatizemos com o paciente é um fator que tira boa parte da capacidade de decisão racional. No caso do fumo, justamente pelos sabidos efeitos tóxicos, há empenho governamental para que as pessoas *deixem* de fumar. Não há nenhum programa governamental para fornecer cigarro pelo SUS e espero que não pleiteiem isso. Não há demanda para que o governo produza fumígeros. E espero que não permitam isso.

E mais do que isso, a questão não é tirar do paciente o direito de utilizar a fosfoetanolamina mesmo informado de que não há os devidos testes sobre sua segurança e eficácia. As questões são que: 1) dentro de uma instituição pública, um composto não devidamente testado estava sendo fornecido como se provavelmente curasse o câncer; 2) esse composto estava sendo produzido de maneira irregular.

Agora demanda-se que essa instituição utilize-se de recursos já escassos para produzir o composto sem os devidos testes.

Como nota de Pierro, pacientes desesperados recorrem a tudo o que há de disponível. Há milhares de compostos e processos não devidamente testados utilizados por dezenas de milhares de pacientes com câncer - chás de todo tipo, beberagens, imposições de mãos, compostos experimentais dos mais variados tipos - por quê, então, a *fosfoetanolamina* e não esses outros compostos? Ok, há os pacientes da Pho-s organizados em suas petições. Agora, se isso vale para a Pho-s deverá valer para petições futuras. Só com medicamentos sob o princípio do uso compassivo já se gasta cerca de R$ 1 bilhão por ano. E por que pacientes com câncer? E os diabéticos, portadores de HIV, epiléticos, cirróticos, hanseáticos, pacientes com insuficiência renal, cardíacos, obesos, etc?

Podem usar? Podem. As pessoas têm o direito ao desespero. Mas não cabe às autoridades alimentarem esperanças não embasadas e que têm grandes chances de serem falsas.

Em nome da empatia, da capacidade de entender o sofrimento alheio (e nem sempre alheio apenas), não podemos jogar no lixo as estatísticas. Algo como 90% dos compostos que entram na fase clínica de pesquisa são rejeitados antes de chegarem ao mercado - e uma fração é retirada depois que se descobrem efeitos adversos graves não detectados nos testes anteriores.

Que tipo de ganho temos realmente com "mais flexibilidades e novas dinâmicas" com um processo - fornecer deliberadamente em larga escala (ao menos na escala das demandas judiciais) compostos sem os testes prévios necessários - em que, estatisticamente, pelo menos 90% dos pacientes estarão em uma situação pior (no mínimo perderam tempo e dinheiro) do que se recebessem placebo?

Então, é mais do que justo dizer para os pacientes: "este composto ainda não foi devidamente testado, para que possamos liberá-lo para a comercialização e/ou distribuição governamental, pedimos que esperem; entendemos seus desejos, mas os riscos são altos; o processo de testes prévios dos compostos antes da liberação, no cômputo geral, tem salvado vidas e aumentado os anos de vida com saúde médio da população - não são protocolos tirados do nariz para alimentar algum desejo oculto sádico de ver o sofrimento alheio; ao contrário, foi e vem sendo desenvolvido ao longo dos anos para cobrir as falhas anteriores que expuseram pessoas a consequências mais do que trágicas com medicamentos não devidamente testados - sendo o caso da talidomida um exemplo bem conhecido, mas nem de longe o único; não é um procedimento a prova de falhas, mas é bem mais seguro do que a aprovação liberal - ainda que de uso circunscrito - de compostos sob demandas sociais sem os devidos testes prévios".

O uso compassivo deve ser considerado. Mas com uma visão bem mais abrangente do que o "ir e ver". O "ir e ver" pode complementar as planilhas frias, porém jamais substituir protocolos devidamente validados para avaliação de compostos e tratamentos.

sábado, 26 de abril de 2014

A forquilha CxP (Ciência x Pseudociências)

Continuando no tema do status epistemológico das ciências.
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Sim, o que chamamos de ciência (e os detratores de "forma de dominação cartesiano-materialista do capitalismo ocidental") erra com boa frequência. E, sim, o que chamamos de pseudociências (e os defensores de "ciências alternativas") acerta ocasionalmente. Mas, então, qual a diferença?
A prática científica está eivada de modismos, lapsos, estatísticas ruins, interpretações errôneas, pressões de pares, influências econômicas, erros honestos, práticas duvidosas e até fraudes. Mas isso tudo *não* faz parte integrante do processo de produção do conhecimento científico - é o contrário das boas práticas - e está presente em qualquer outra área de atividade humana. Sempre que procuramos controlar a influência de tais fatores, temos uma melhora na confiabilidade dos resultados. Fraudes e cia. conduz-nos, via de regra, a becos sem saída, a resultados que não podem ser reproduzidos honestamente, que nos leva a predições errôneas a respeito de fenômenos naturais.
A prática pseudo... alternativa também tem seus fraudadores. Porém, na melhor das hipóteses (melhor para as pseudo... alternativas), um processo fraudulento não é distinguível em termos de resultados de um processo feito diligentemente seguindo todas as práticas prescritas nos manuais e tradições. Mas, com frequência, é sim distinguível. No entanto, os resultados *fraudados* são melhores do que os não fraudados. Uma astromante charlatã que contrata espiões acerta mais sobre os detalhes da vida do consulente do que uma astromante que siga estritamente as regras de interpretações de mapas natais e de sinastria. Uma empresa desonesta de meteorologia espírita acerta com mais frequência as previsões do tempo ao consultar... bem, as previsões do tempo feitas pela meteorologia científica do que uma empresa honesta de meteorologia espírita que apenas canaliza espíritos desencarnados para consultá-los quanto às condições do tempo em uma dada data.

terça-feira, 1 de abril de 2014

A vaqueira, o cientista e o banqueiro

Voltando um pouco à discussão sobre o status epistêmico das ciências...

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"Jenner descobriu a vacina antivariólica porque levou a sério a resposta de uma vaqueira inglesa ao médico." MORIN, Edgar

O que é verdade. Mas teve que submeter a processos de investigação para ver se o efeito protetivo da varíola bovina contra a varíola humana ocorria mesmo e com benefícios superando os prejuízos (além de um grau de dúvida razoável). [E tem uma história pregressa a Jenner, como Jesty e Pletter, mas enfim.]

Quem levar a sério que arrancar raiz de mandrágora puxando a da Terra ouvirá um grito (vindo da raiz e não da dona do jardim) terá apenas decepção. Até faz sentido ter uma abertura inicial da mente e fazer um teste. Mas isso a ciência de modo geral tem: já fizeram testes com homeopatia, astromancia, ESP, experiências de quase morte, etc. Só que os resultados dos testes foram contrários às alegações iniciais. Não funcionam.

Com uma certa frequência não nula, conhecimentos populares, tradicionais, étnicos passam nos testes. Parte desse conhecimento passou por filtros práticos de uso por décadas, séculos e milênios. Mas não é um filtro tão eficiente (há inputs de lendas, mitos, enganos, logros...), de modo que a frequência não é particularmente alta.

Você deve levar um conhecimento tradicional a sério no sentido cultural (dentro de limitações éticas: p.e. não dá pra aceitar a prática da circuncisão feminina - cliterectomia - como uma prática tradicional). Mas o fato de ocasionalmente conhecimentos tradicionais específicos passarem em testes científicos não torna a ciência e conhecimentos tradicionais como equivalentes epistemológicos, não têm o mesmo status epistemológicos.

Se tivessem, teriam o mesmo grau de acerto geral em suas previsões.

(Obviamente não quer dizer que a ciência seja infalível. Mas, dentre todos os processos tentados é o que produz mais resultados. E boa parte dos problemas das ciências dizem respeito exatamente à falha em seguir os parâmetros de pesquisa: ocorrem fraudes com frequência maior do que gostaríamos, mas fraudes não são parte integrante do processo científico - e estão presentes em quaisquer outras áreas. Se a pesquisa é honesta, diligente, metódica, há um bom grau de confiabilidade no resultado; já se alguém aplicar honestamente a astromancia, de modo diligente e metódico, não teremos um resultado mais confiável do que uma aplicação aleatória do mesmo processo.)

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Note-se que não se trata de uma defesa de que todo e qualquer conhecimento não científico - não gerado no corpo científico e/ou não validado pelo corpo científico - seja irracional, seja de segunda categoria, deva ser erradicado ou relegado ao desprezo.

Meu argumento é mais no sentido de "o que faz melhor previsão sobre o resultado que será obtido". Os mitos de criação hindu, ianomâme, bosquímanos, etc. são culturalmente ricos e devem ser assim valorizados. Mas culturalmente. Isso enriquece nossas referências - um exemplo bem bobo: Carlos Ruas faz um trabalho muito engraçado (e respeitoso) da integração dessas crença em muitas tirinhas de Um Sábado Qualquer. O que fico cabrero é quando dizem ou insinuam que tais mitos explicam factualmente tão bem as origens e evolução do universo quanto os modelos científicos (aquele papo de "equal time").
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Não é, assim, tampouco uma defesa de divisão entre uma elite intelectual de saber válido e um cidadão comum, ignorante de tudo.

Até porque a "elite intelectual" ocidental, em boa parte, ignora aspectos básicos do conhecimento científico. Uma parte até valoriza, mas desconhece. Outra valoriza, mas valoriza aspectos errados - consomem bobagens pseudocientíficas como se fossem ciência séria. E há uma parte abertamente hostil - confundem críticas (bem postas) às práticas ideológicas da tecnociência com o processo científico em um sentido mais amplo.
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Em relação à ligação entre a tecnociência e a elite capitalista, com esta valendo-se daquela como instrumento de poder. Tem a prática efetivamente implantada - nesse esquema há distorções sérias e me parecem que as críticas são perfeitamente válidas. Mas as ciências podem funcionar em outro esquema também. Já funcionou sob várias estruturas, inclusive em sociedades socialistas. Quando se confunde a crítica à uma configuração específica da prática científica com uma crítica mais ampla ao processo científico amplo, aí já entramos no terreno da anticiência ("a ciência é intrinsecamente má e não tem conserto"). Não existe neutralidade em nenhum grupo social, inclusive de cientistas. Mas também de artistas plásticos (houve e há movimentos artísticos fascistas como o Futurismo), literatos, esportistas e nem nas próprias ciências sociais. Agora, quanto à sacralidade das ciências, é só até a página 2: vários grupos capitalistas importantes renegam as ciências do clima, p.e.

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Obs: Agradeço ao Bruno de Pierro por não concordar comigo (ao menos em parte), permitindo um desenvolvimento mais rico da discussão.

domingo, 3 de novembro de 2013

A real do Royal

Aviso importante: esta postagem *não* pretende ser uma defesa do Instituto Royal; há uma denúncia de maus tratos que está sendo investigada pelo Ministério Público de São Paulo; essa investigação deve ser levada a cabo para determinar a fundamentação da denúncia e, se for o caso, aplicar as devidas sanções à entidade. Investigação essa seriamente prejudicada pela invasão ocorrida dia 18/out/2013.
O objetivo desta postagem é levantar fatos a respeito do instituto. E esse levantamento foi motivado pelo texto altamente desinformado publicado no sítio web da Revista Fórum.

O que é o Instituto Royal?
Dados oficiais
Natureza jurídica e finalidades
Ele tem um CNPJ regularmente inscrito na Receita Federal. Seu nome oficial é: "Instituto de Educação para Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação Tecnológica - Royal", sendo "Instituto Royal" o nome fantasia. É uma associação privada que tem como atividade principal: "Pesquisa e desenvolvimento experimental em ciências físicas e naturais". A data de registro do CNPJ é de 14/jan/2005.

É uma OSCIP (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) desde 21/mar/2005, conforme registra o DOU de 28/mar/2005 (na época, tinha sede em Itapira-SP).

*De acordo com os relatórios de prestação de contas no CNEs do MJ, a finalidade principal é "Estudos e Pesquisas", sendo as principais atividades (em ordem crescente de importância): "Pesquisa em Ciências Físicas e Tecnológicas", "Pesquisa em Ciências Biológicas e Naturais" e "Promoção do Voluntariado". O público alvo são: "Comunidades científicas", "Associações" e "Outras ONGs".

Certificações laboratóriais
**Em 01/ago/2007, as instalações do instituto receberam a certificação de BPL (Boas Práticas Laboratoriais) em toxicologia (agrotóxicos, seus componentes e afins; produtos farmacêuticos; cosméticos; preservativo de madeira; aditivos de alimentos; aditivos para rações; produtos veterinários; domissanitários; produtos químicos industriais; outros: produtos para a saúde/dispositivos médicos) pelo Inmetro. Tem validade até 2015 e em 28/mai/2012 foi revisado. (Em uma lista do Inmetro de laboratórios certificados em BPL, consta um endereço em São Paulo-SP.)

Aqui uma relação completa dos tipos testes realizados pelo instituto (Inmetro: mar/2010).

Há uma certificação de BPL em testes de mutagenicidade do Inmetro para um instituto de nome idêntico, localizado em Porto Alegre-RS, em 05/dez/2001.

Financiamento público
Em 21/dez/2010, recebeu um aporte de R$ 5.249.498,52 da Finep para "Criação, manejo e fornecimento de animais para ciência (roedores e cães). Toxicologia pré-clínica para avaliação da segurança e periculosidade de novas moléculas candidatas a uso terapêutico." DOU de 23/dez/2010.

Em 21/out/2012, houve uma prorrogação concedida pela Finep para a utilização do montante liberado. Podendo utilizar os valores até 21/dez/2014 e devendo prestar contas até 19/fev/2005. DOU 23/out/2012.

Em 11/abr/2013, o CNPq aceitou o credenciamento do instituto para isenção de impostos de importação de insumos e instrumentos de pesquisa. DOU 12/abr/2013.

Cadastro no Concea
Entre 28 e 29/ago/2013, o Concea (Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal) aceitou o pedido de credenciamento do instituto. DOU 05/set/2013.

Relações trabalhistas
Entre 01/ago/2009 e 31/jul/2010 esteve vigente o acordo coletivo de trabalho entre o Sindicato de Trabalhadores em Atividades de Pesquisa e Desenvolvimento Científico e Tecnológico de Campinas e Região (STNTPq) e o instituto. O piso salarial era de R$ 785,00 - sem correção pelo IPCA (apenas correção fixa). MTE 09/mar/2010.

Entre 01/ago/2010 e 31/jul/2011 esteve vigente o acordo coletivo de trabalho entre STNTPq e o instituto. O piso salarial era de R$ 836,03 - sem correção pelo IPCA (apenas correção fixa.) MTE 26/out/2010.

Entre 01/ago/2011 e 31/jul/2012 esteve vigente o acordo coletivo de trabalho entre STNTPq e o instituto. O piso salarial era de R$ 900,00 - corrigido pelo IPCA (sem previsão de aumento real). MTE 17/jan/2012.

Entre 01/ago/2012 e 31/jul/2013 esteve vigente o acordo coletivo de trabalho entre o STNTPq e o instituto. O piso salarial era de R$ 958,95 - corrigido pelo IPCA e com aumento real de 2%. MTE 21/dez/2012.

Prestação de contas
*Relatório de 05/nov/2007, referente ao exercício de 2006: 22 funcionários assalariados. MJ 21/nov/2007.
As atividades realizadas foram:
"Apresentação: O Instituto de Educação para Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação Tecnologica - Royal, após estudos em conjunto UNITOX - Laboratorio Universitario de Analises Toxicologicas, em Santo Amaro - SP, também irá realizar estudos com o GENOTOX - Laboratorio de Genotoxicidade, localizado no Centro de Biotecnologia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Tendo em vista a grande demanda de estudos a Royal inicou adequação de instações e acomodações físicas no Sítio Mailasqui.
Descrição: Conforme contratos firmados, foram desenvolvidos os seguintes estudos, ambos com laudos: -Testes de Toxicidade Oral - Doses Repetidas (90 dias) - Cães - (32 animais), com coleta de amostras para farmacocinética (12 amostras) - ACH 01 -Testes de Toxicidade Oral - Doses Repetidas (90 dias) - Cães - (32 animais), com coleta de amostas para farmacocinética (12 amostras) - ACH 09 -Testes de Toxicidade Oral - Doses Repetidas (28 dias) - Cães - (24 animais), com coleta de amostas para farmacocinética (12 amostras) - ACH 04 -Testes de Toxicidade Dermica Aguda Pele Integra - Coelho - Nitrosotiol Doador de NO; -Testes de Toxicidade Dermica Aguda Pele Escarificada - Coelhos - Nitrosotiol Dorador de NO; -Testes de Toxicidade Dermica Doses Repetidas (28 dias) Pele Integra - Coelhos - Nitrosotiol Dorador de NO; -Testes de Toxicidade Dermica Doses Repetidas (28 dias) Pele Escarificada - Coelhos - Nitrosotiol Doador de NO; -Testes de Toxicidade Dermica Aguda Pele Integra - Ratos - Nitrosotiol Dorador de NO; -Testes de Toxicidade Dermica Aguda Pele Escarificada - Ratos - Nitrosotiol Doador de NO; -Testes de Safety (Cardio) - Coelhos - Nitrosotiol Doador de NO; -Piloto para Teste de Toxicidade Oral Doses Repetidas 90 dias - Caes - Cris 031; -Testes de Toxicidade Oral Doses Repetidas 90 dias - Cães - Cris 031; -Testes de tenoi de indução e Duração de Sono - Ratos - DMI; -Testes de Halogenados 1 Toxicidade aguda (14 dias) Cães Halogenados; -Estudo de Longa Duração (Protocolo de Carcinogenese) - 2 anos - Camundongos 0 Silica Mesoporosa; -Coleta de Amostas para Biodisponibilidade - Cães - Naltrexone Depot; -Testes de Toxicidade EV Aguda - Ratos - Azumolene; -Testes de Toxicidade EV Doses Repetidas 15 dias - Ratos - Azumolene; -Testes de Toxicidade Oral Aguda - Cães - Azumolene; -Toxicidade Oral Repetidas 90 dias - Cães - Azumolene; -Testes de Toxicidade Oral Aguda - Ratos 0 fração liofilizada APPV (40 animais); -Testes de Toxicidade Dermica Aguda - Ratos - fração liofilizada APPV (40 animais); -Toxicidade Doses Repetidas Oral 90 dias - Ratos -fração liofilizada APPV (100 animais); -Toxicidade Doses Repetidas Dermica 90 dias - Ratos - fração liofilizada APPV (100 animais); -Teste de Ames - fração liofilizada APPV.
Objetivo: Prestação de Serviços Tecnicos Especializados, consistentes em testes, pesquisa e desenvolvimento de protocolos de avaliação de toxicidade e genotoxidade no desenvolvimento de novos produtos.
Público Alvo: Comunidades científicas Outras ONGs Organizações/Movimentos populares Associações 
Resultados obtidos: A partir do Intenso trabalho iniciado em 2005, a Royal fez a implantação de processos de qualidade, em conjunto com a auditoria do INMETRO e ANVISA. A qualidade dos animais produzidos nos biotéricos de criação será garantida pela Association for Assesment and Accreditation of Laboraory Animal Care, a AAALAC, associação americana que se dedica a estabelecer padrões e fiscalizar sua manutenção para certificar a qualidade do animal como matérica prima de pesquisa e desenvolvimentos de protocolos investigativos. A Royal também afiliou-se ao Kennel Club e a Sociedade Brasileira de Toxicicologia SBTox e se fez representar em vários eventos."
No total de beneficiários: 3 (não gratuitos)
"Informações adicionais: Devido a grande demanda de estudos, o Instituto Royal precisou investir na adequação de suas instações e espaços físicos, inclusive a criação de área específica para almoxarifado e ampliação do arquivo de dados, e respectiva adequação de equipamentos de informática. Após a associação do Instituto Royal ao Kennel Clube, foi possibilitada a documentação adequada de todos os animais egressos do canil. No Final de 2006, deu-se início as obras para as instalações do futuro biotérico de criação de roedores, cães e minipigs do Instituto Royal. O quadro de Colaboradores do Instituto Royal é composto funcionários que desempenham suas funções fixas e por Professores Doutores, prestadores de Serviços e Pesquisadores, ambos tem remuneração na folha de pagamento, de acordo com as horas contratadas. Além disso, o Instituto Royal investe na capacitação do seu pessoal, através de Palestras, Simpósios e Cursos."
Fonte de recursos: 100% própria (decorrentes de prestação de serviços da entidade).
Receita anual: R$ 1.609.272,45
Despesas gerais e administrativas: R$ 2.014.579,23
Resultado operacional: R$ -408.830,39

*Relatório de 25/jul/2008, referente ao exercício de 2007: 23 funcionários assalariados. MJ 01/set/2008.
As atividades realizadas foram:
"Descrição: Conforme contratos firmados, foram desenvolvidos os seguintes estudos, ambos com laudos: Estudos concluídos no ano de 2007 ESTUDO CLIENTE ENSAIO GT00521 CRISTÁLIA AMES GT00522 CRISTÁLIA AMES GT00523 CRISTÁLIA MICRONÚCLEOS GT00525 CRISTÁLIA MICRONÚCLEOS GT00527 CRISTÁLIA AMES GT00528 CRISTÁLIA MICRONÚCLEOS GT00530 ECOTOX AMES AMBIENTAL GT00531 HELM MICRONÚCLEOS GT00532 HELM MICRONÚCLEOS GT00533 UNESP AMES GT00535 HELM MICRONÚCLEOS GT00536 ECOTOX AMES AMBIENTAL GT00537 COPESUL AMES AMBIENTAL GT00539 INMETRO AMES INTERLABORAT. GT00540 CRISTÁLIA AMES GT00541 CRISTÁLIA MICRONÚCLEOS GT00548 HELM AMES 172006 CRISTALIA TOXICIDADE ORAL DOSES REPETIDAS 90 DIAS – CAES 12007 CRISTALIA TOX. PARENTERAL AGUDA-CAMUNDONGOS- 22007 CRISTALIA TOX. PARENTERAL AGUDA – CAMUNDONGOS - 32007 CRISTALIA REPROTOX 62007 CRISTALIA TOX. ORAL AGUDA –CAES 72007 CRISTALIA TOX. ORAL AGUDA – CAMUNDONGOS 82007 CRISTALIA TOX. ORAL AGUDA –CAMUNDONGOS- 92007 CRISTALIA TOX. ORAL AGUDA - RATOS 112007 CRISTALIA TOX. PARENTERAL AGUDA – CAES 122007 INTERVET TOX. ORAL AGUDA 132007 CRISTALIA TOX. ORAL AGUDA 142007 CRISTALIA TOX. SUBCUTANEA AGUDA – CAMUNDONGOS 152007 CRISTALIA TOX. ORAL AGUDA 332007 CRISTALIA COLETA AMOSTRAS DE BIODISPONIBILIDADE Estudos contratados no ano de 2007 e não concluídos até o final do ano ESTUDO CLIENTE SUBSTANCIA TESTE ENSAIO GT00524 CRISTÁLIA CRIS-075 ABERRAÇÕES CROMOSSÔMICAS GT00526 CRISTÁLIA Azumoleno Sódico ABERRAÇÕES CROMOSSÔMICAS GT00529 CRISTÁLIA DMA ABERRAÇÕES CROMOSSÔMICAS GT00542 CRISTÁLIA Sílica Mesoporosa SMP ABERRAÇÕES CROMOSSÔMICAS GT00545 APSEN CYNP AMES GT00546 APSEN EM-10 AMES GT00547 ECOTOX/REFAPEntrada BAE Saída BAE AMES AMBIENTAL GT00549 CRISTÁLIA LASSBIO 294 AMES GT00552 CRISTÁLIA LASSBIO 753 AMES GT00553 CRISTÁLIA LASSBIO 753 MICRONÚCLEOS GT00554 CRISTÁLIA LASSBIO 753 ABERRAÇÕES CROMOSSÔMICAS GT00555 ECOTOX/REFAPEntrada BAESaída BAE AMES AMBIENTAL GT00557 COPESUL 11 AMOSTRAS AMES AMBIENTAL GT00577 LABORAT.CATARIN. - AMES GT00578 LABORAT.CATARIN. - MICRONÚCLEOS GT00579 LABORAT.CATARIN. - ABERRAÇÕES CROMOSSÔMICAS PROJETOS SUBMETIDOS EM 2007 E APROVADOS Edital MCT- CNPq / CT-SAÚDE - Nº 23/2007. Modernização e aumento da capacidade produtiva do Instituto Royal Edital CNPq No. 005/2007 - PROSUL. Título do Projeto: Avaliação fitoquímica, genotóxica e citotóxica de extratos de Baccharis trinervis. Edital MCT/CNPq/CTBio/CTSaúde/MS/SCTIE/DECIT Nº 20/2007 - BIOINOVA. Título do Projeto: Desenvolvimento de produto para tratamento da úlcera de pressão e condições relacionadas baseado em ésteres de ácidos graxos essenciais. Edital MCT/FINEP/CT-Petro Incubadoras de Empresas - 01/2007. Título do Projeto: Implantação da Unidade IE-Cbiot/Petróleo e Gás, Subprojeto 3 - Monitoramento do Potencial Mutagênico de Amostras Ambientais na Refinaria Alberto Pasqualini e Entorno.
Resultados obtidos: A Royal trabalha com processos de qualidade, em conjunto com a auditoria do INMETRO e ANVISA. A qualidade dos animais produzidos nos biotéricos de criação é garantida pela Association for Assesment and Accreditation of Laboraory Animal Care, a AAALAC, associação americana que se dedica a estabelecer padrões e fiscalizar sua manutenção para certificar a qualidade do animal como matérica prima de pesquisa e desenvolvimentos de protocolos investigativos. A Royal também é afiliada ao Kennel Club e a Sociedade Brasileira de Toxicicologia SBTox e se fez representar em vários eventos. 6th International Congress of Pharmaceutical Sciences - CIFARP X Encontro de Laboratórios de Análises Ambientais - X ELAM III Meeting in Fundamental Aspects of DNA Repair and Mutagenesis VIII Congresso Brasileiro de Mutagênese, Carcinogênese e Teratogênese Ambiental XV Congresso Brasileiro de Toxicologia COBEA – Congresso Brasileiro de Ciência em Animais de Laboratórios Congresso Paulista De Clínicos Veterin."
No total de beneficiários: 9 (não gratuitos)
Fonte de recursos: 100% própria (decorrentes de prestação de serviços da entidade).
Receita anual: R$ 1.146.910,33
Despesas gerais e administrativas: R$ 2.906.153,81
Resultado operacional: R$ -2.152.109,62

*Relatório de 29/jun/2009, referente ao exercício de 2008: 31 funcionários assalariados. MJ 23/jul/2009.
As atividades realizadas foram:
"Descrição: Conforme contratos firmados, foram desenvolvidos os seguintes estudos, ambos com laudos: Estudos concluídos no ano de 2008 ESTUDO CLIENTE ENSAIO GT00515 CRISTÁLIA ABERRAÇÕES CROMOSSÔMICAS GT00524 CRISTÁLIA ABERRAÇÕES CROMOSSÔMICAS GT00526 CRISTÁLIA ABERRAÇÕES CROMOSSÔMICAS GT00529 CRISTÁLIA ABERRAÇÕES CROMOSSÔMICAS GT00538 - KIT AMES MPF GT00545 APSEN AMES GT00546 APSEN AMES GT00547 ECOTOX/REFAP AMES AMBIENTAL GT00549 CRISTALIA AMES GT00550 CRISTALIA MICRONÚCLEOS GT00552 CRISTALIA AMES GT00553 CRISTALIA MICRONÚCLEOS GT00555 ECOTOX/REFAP AMES AMBIENTAL GT00556 ECOTOX/REFAP AMES AMBIENTAL GT00557 COPESUL AMES AMBIENTAL GT00572 CRISTÁLIA MICRONÚCLEOS GT00588 COPESUL AMES AMBIENTAL 332007 CRISTALIA AVALIAÇÃO DA BIODISPONIBILIDADE DO CRIS 075 EM CÃES 32007* CRISTALIA AVALIAÇÃO DA TOXIDADE REPRODUTIVA E DE DESENV. EM RATOS 462007* CRISTALIA TOX. ORAL DOSES REPETIDAS 14 DIAS P/ DMA EM CÃES 182007 CRISTALIA TOLERÂNCIA LOCAL VIA SUBCUTÂNEA EM CÃES P/ SÍLICA MESOPOROSA 192007 CRISTALIA TOLERÂNCIA LOCAL VIA INTRAMUSCULAR EM CÃES P/ SÍLICA MESOPOROSA 272007 CRISTALIA SAFETY CARDIOVASCULAR P/ DMA EM RATOS 312007 CRISTALIA TOX. AGUDA ORAL P/ DMA EM CÃES 392007 CRISTALIA SAFETY RESPIRATÓRIO P/ DMA EM RATOS 482007 CRISTALIA AVALIAÇÃO DA BIODISPONIBILIDADE DO MIDAZOLAM EM CÃES 42008 CRISTALIA AVALIAÇÃO DA BIODISPONIBILIDADE DO RITONAVIR EM CÃES 32008 SYNTEC DO BRASIL AVALIAÇÃO DA BIODISPONIBILIDADE DA DOXICICLINA EM CÃES E GATOS 352007 APSEN TOX. ORAL AGUDA P/ CYNP EM RATOS 362007 APSEN TOX. INTRAPERITONEAL AGUDA P/ CYNP EM RATOS 372007 APSEN TOX. ORAL AGUDA P/ ERYTHRINA MULUNGU EM RATOS 382007 APSEN TOX. INTRAPERITONEAL AGUDA P/ ERYTHRINA MULUNGU EM RATOS 82008 APSEN TOX. AGUDA ORAL P/ APPV (EXTRATO BRUTO) EM RATOS 92008 APSEN TOX. AGUDA ORAL P/ APPV (EXTRATO BRUTO ENRIQUECIDO) EM RATOS 522007 APSEN TOX. INTRAPERITONEAL AGUDA P/ EXTRATO HEXÂNICO DAS RAÍZES DE HOLOSTYLIS RENIFORMIS EM RATOS 12008 CRISTALIA SAFETY CARDIOVASCULAR P/ LASSBIO 753 EM RATOS 22008 CRISTALIA SAFETY RESPIRATÓRIO P/ LASSBIO 753 EM RATOS 492007 CRISTALIA AVALIAÇÃO DA BIOSISPONIBILIDADE DO DMA (NOVA FORMULAÇÃO) EM CÃES 142007 CRISTALIA TOX. SUBCUTÂNEA AGUDA P/ CRIS 074 EM CAMUNDONGOS 152007 CRISTALIA TOX. ORAL AGUDA PARA DMA EM CAMUNDONGOS 452007 CRISTALIA TOX. ORAL SUBAGUDA EM CÃES 102008 CRISTALIA TOX. SUBCUTANEA SUAGUDA EM CÃES 222008 CRISTALIA TOX. ORAL AGUDA P/ CRIS 123- MONOCLORIDRATO EM CAMUNDONGOS 262008 CRISTALIA TOX. ORAL AGUDA P/ CRIS 123- MONOCLORIDRATO EM CAMUNDONGOS 272008 CRISTALIA TOX. ORAL AGUDA P/ CRIS 123- BASE EM CAMUNDONGOS 462007** CRISTALIA TOX. ORAL DOSES REPETIDAS 14 DIAS P/ DMA EM CÃES 182008* CRISTALIA TOX. ORAL SUBAGUDA P/ SMP (SBA-15) EM RATOS 202008* CRISTALIA TOLERÂNCIA LOCAL VIA SUBCUTÂNEA P/ SMP (SBA-15) EM RATOS 212008* CRISTALIA TOLERÂNCIA LOCAL VIA INTRAMUSCULAR P/ SMP (SBA-15) EM RATOS 242008* CRISTALIA TOX. DÉRMICA DOSES REPETIDAS (28 DIAS) P/ HIDROGEL DE GSNO EM RATOS 302008* CRISTALIA TOX. ORAL AGUDA P/ CRIS 123- BASE EM RATOS 332008* CRISTALIA TOX. ORAL AGUDA P/ LASSBIO 753 EM RATOS 112008 CRISTALIA TOX. ORAL AGUDA EM CAMUNDONGOS 122008 CRISTALIA TOX. INTRAPERITONEAL AGUDA EM CAMUNDONGOS 132008 CRISTALIA TOX. ORAL AGUDA EM RATOS 142008 CRISTALIA TOX. INTRAPERITONEAL AGUDA EM RATOS 152008 CRISTALIA TOX. ORAL AGUDA EM CÃES 282008 CRISTALIA AVALIAÇÃO DA BIODISPONIBILIDADE DO CRIS 074 ASSOCIADO OU NÃO AO RITONAVIR APÓS A ADM. ORAL EM CÃES 472008 APSEN AVALIAÇÃO DA BIODISPONIBILIDADE DE EM-10 APÓS ADM. ORAL EM CÃES Estudos Contratados em 2008 e não concluídos até o final do ano ESTUDO CLIENTE ENSAIO GT0554 CRISTALIA ABERRAÇÕES CROMOSSÔMICAS GT00571 CRISTALIA AMES GT00573 CRISTALIA ABERRAÇÕES CROMOSSÔMICAS GT00574 CRISTALIA AMES GT00575 CRISTALIA MICRONÚCLEOS GT00576 CRISTALIA ABERRAÇÕES CROMOSSÔMICAS GT00577 LAB. CATARINENSE AMES GT00578 LAB. CATARINENSE MICRONÚCLEOS GT00579 LAB. CATARINENSE ABERRAÇÕES CROMOSSÔMICAS GT00580 CRISTALIA ABERRAÇÕES CONTÍNUO GT00581 CRISTALIA ABERRAÇÕES V79 GT00582 CRISTALIA ABERRAÇÕES CONTÍNUO GT00583 CRISTALIA ABERRAÇÕES V79 GT00584 CRISTALIA ABERRAÇÕES CONTÍNUO GT00585 CRISTALIA ABERRAÇÕES V79 GT00592 APSEN MICRONÚCLEOS GT00593 APSEN MICRONÚCLEOS GT00594 PERDIGÃO ECOTOX 192008 CRISTALIA TOX. SUBCUTÂNEA SUBAGUDA DA SÍLICA MESO POROSA 432007 CRISTALIA TOX. DÉRMICA DOSES REPETIDAS (28 DIAS) PARA HIDROGEL EM RATOS 252008 CRISTALIA TOX. INTRAMUSCULAR SUAGUDA P/ SILICAMESO POROSA EM CÃES 292008 CRISTALIA AVALIAÇÃO DE BIOEQUIVALENCIA DE DIFERENTES FORMULAÇÕES EFAVIRENZ APOS ADMINISTRAÇÃO EM CÃES 352008 CRISTALIA TOX. ORAL AGUDA P/ LASBIO 753 EM CAMUNDONGOS 372008 CRISTALIA TOX. ORAL AGUDA P/ LASBIO 294 EM CAMUNDONGOS 432008 CRISTALIA AVALIAÇÃO DA BIODISPONIBILIDADE DO CRIS 123-BASE EM RATOS 442008 CRISTALIA AVALIAÇÃO DA BIODISPONIBILIDADE DO LASBIO 753 EM RATOS 452008 CRISTALIA TOX. ORAL AGUDA EM CAMUNDONGOS PROJETOS SUBMETIDOS EM 2008 E APROVADOS Edital MCT- CNPq / CT-Infra/CT-Petro/Ação Transversal IV Nº 16/2008 - Título do Projeto: Recursos Biológicos da Mata Atlântica do Sul da Bahia p/ obtenção de bioprodutos com aplicação Biotecnológica. Edital Nº 15/2008 MCT- CNPq / FNDCT/ CAPES/ FAPEMIG/ FAPERJ/ FAPESP/ INSTITUTOS NACIONAIS DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA-Título do Projeto: Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia - Inovação e Desenvolvimento de Fármacos e Medicamentos Edital CNPq/ MAPA/ SDA Nº 64/2008 - Título do Projeto: Criação do CDA Eucalyptus: Centro Colaborador em Defesa Agropecuária p/ a Biossegurança Relativa a Plantas GM de Eucalipto. PROJETOS SUBMETIDOS EM 2007 EM ANDAMENTO em 2008 -Edital MCT - CNPq / CT-SAÚDE - Nº 23/2007 - Modernização e aumento da capacidade produtiva das unidades do Instituto Royal GENOTOX-ROYAL e UNITOX -ROYAL. -Edital CNPq Nº 005/2007 PROSUL - Título do Projeto: Avaliação fi´oquímica, genotóxica e citotóxica de extratos de Baccharis trinervis. -Edital MCT/CNPq/ CTBio/CTSaúde/MS/SCTIE/DECIT Nº 20/2007 - BIOINOVA - Título do Projeto: Desenvolvimento de produto para tratamento da úlcera de pressão e condições relacionadas baseado em ésteres de ácidos graxos essenciais.
Resultados obtidos: A Royal trabalha com processos de qualidade, em conjunto com a auditoria do INMETRO e ANVISA. A qualidade dos animais produzidos nos biotéricos de criação é garantida pela Association for Assesment and Accreditation of Laboraory Animal Care, a AAALAC, associação americana que se dedica a estabelecer padrões e fiscalizar sua manutenção para certificar a qualidade do animal como matérica prima de pesquisa e desenvolvimentos de protocolos investigativos. A Royal também é afiliada ao Kennel Club e a Sociedade Brasileira de Toxicicologia SBTox. Através do seu trabalho com processos de qualidade a Royal no ano de 2008 conseguiu conquistar : - Obtenção da manutenção da Acreditação de Boas Práticas de Laboratório - BPL no INMETRO."
No total de beneficiários: 7 (não gratuitos)
Fonte de recursos: 100% própria (decorrentes de prestação de serviços da entidade).
Receita anual: R$ 867.571,95
Despesas gerais e administrativas: R$ 3.118.461,75
Resultado operacional: R$ -2.776.892,53

*Relatório de 24/jun/2010, referente ao exercício de 2009: 27 funcionários assalariados. MJ 12/ago/2010.
As atividades realizadas foram:
"Descrição: Conforme contratos firmados, foram desenvolvidos os seguintes estudos, ambos com laudos: Estudos concluídos no ano de 2009 ESTUDO CLIENTE ENSAIO GT483 FAR MANGUINHOS ABERRAÇÕES CROMOSSÔMICAS GT00542 CRISTÁLIA ABERRAÇÕES CROMOSSÔMICAS GT00571 CRISTÁLIA AMES PRODUTO QUÍMICO GT00572 CRISTÁLIA MICRONÚCLEOS GT00577 LAB. CATARINENSE AMES PRODUTO QUÍMICO GT00578 LAB. CATARINENSE MICRONÚCLEOS GT00579 LAB. CATARINENSE ABERRAÇÕES CROMOSSÔMICAS GT00580 CRISTÁLIA ABERRAÇÕES CROMOSSÔMICAS CONTÍNUO GT00584 CRISTALIA ABERRAÇÕES CROMOSSÔMICAS CONTÍNUO GT00592 APSEN MICRONÚCLEOS GT00593 APSEN MICRONÚCLEOS GT00594 PERDIGÃO TOXICIDADE AGUDA 3 NÍVEIS TRÓFICOS GT00597 IDEALFARMA/ GERBRÁS AMES PRODUTO QUÍMICO GT00598 IDEALFARMA/ GERBRÁS MICRONÚCLEOS GT00599 IDEALFARMA/ GERBRÁS AMES PRODUTO QUÍMICO GT00600 IDEALFARMA/ GERBRÁS MICRONÚCLEOS GT00602 PERDIGÃO/ SERAFINA CORRÊA TOXICIDADE AGUDA GT00603 NEOORTHO/JULIANA GOELZER MICRONÚCLEOS NÃO BPL GT00604 SBMCTA/ ROYAL AMES INTERLABORATORIAL GT00605 CONTROLE ANALÍTICO AMES AMBIENTAL TA98 GT00606 CONTROLE ANALÍTICO AMES AMBIENTAL TA98 GT00607 ECOTOX AMES AMBIENTAL GT00608 CONTROLE ANALÍTICO AMES AMBIENTAL TA98 432007 CRISTÁLIA TOXICIDADE DÉRMICA DOSES REPETIDAS (28 DIAS) PARA HIDROGEL DE GSNO EM PELE ESCARIFICADA DE RATOS 252008 CRISTÁLIA TOXICIDADE INTRAMUSCULAR SUBAGUDA PARA SMP (SBA-15) EM CÃES 352008 CRISTÁLIA TOXICIDADE ORAL AGUDA PARA LASSBIO 753 EM CAMUNDONGOS 372008 CRISTÁLIA TOXICIDADE ORAL AGUDA PARA LASSBIO 294 EM CAMUNDONGOS 452008 CRISTÁLIA TOXICIDADE ORAL AGUDA PARA CONDROITIM SULFATO FUCOSILADO EM CAMUNDONGOS 192008* CRISTÁLIA TOXICIDADE SUBCUTÂNEA SUBAGUDA PARA SMP (SBA-15) EM RATOS 292008 CRISTÁLIA AVAL. DA BIOEQUIVALÊNCIA DE DIFERENTES FORMULAÇÕES DE EFAVIRENZ APÓS A ADMINISTRAÇÃO ORAL EM CÃES 232008 CRISTÁLIA AVAL. DA BIODISPONIBILIDADE DO CRIS123-MONOCLORIDRATO EM RATOS 442008 CRISTÁLIA AVALIAÇÃO DA BIODISPONIBILIDADE DO LASSBIO 753 EM RATOS 462008 APSEN TOXICIDADE INTRAPERITONEAL AGUDA PARA CYNP EM RATOS 432008 CRISTALIA AVALIAÇÃO DA BIODISPONIBILIDADE DO CRIS123-BASE EM RATOS 12009 APSEN AVALIAÇÃO DA BIODISPONIBILIDADE DE EM-10 APÓS ADMINISTRAÇÃO ORAL EM CÃES 22009 IDEALFARMA/GERBRAS TOXICIDADE DÉRMICA AGUDA PARA ÓLEO DE BURITI EM RATOS 32009 IDEALFARMA/GERBRAS TOXICIDADE DÉRMICA AGUDA PARA ÓLEO DE COPAÍBA EM RATOS 162009 EUROFARMA TOXICIDADE SUBCUTÂNEA AGUDA PARA FILGRASTIMA EM RATOS 172009 EUROFARMA TOXICIDADE ENDOVENOSA AGUDA PARA FILGRASTIMA EM RATOS Estudos contratados no ano de 2009 e não concluídos até o final do ano: GT00610 INCT-INOFAR AMES GT00611 INCT-INOFAR ABERRAÇÕES CROMOSSÔMICAS GT00612 INCT-INOFAR COMETA V79 GT00613 INCT-INOFAR AMES GT00614 INCT-INOFAR ABERRAÇÕES CROMOSSÔMICAS GT00615 INCT-INOFAR COMETA V79 GT00616 BRASKEM AMES AMBIENTAL GT00617 BRASKEM AMES AMBIENTAL EXTRAÇÃO GT00618 BRASKEM TOXICIDADE CRÔNICA - ECOTOX GT00619 BRASIL FOODS TOXICIDADE CRÔNICA - ECOTOX GT00620 UNIVALI/DMAE AMES AMBIENTAL 72009 CRISTÁLIA AVAL. DA BIODISPONIBILIDADE DO LASSBIO 294 EM RATOS 82009 APSEN TOXICIDADE DOSES REPETIDAS (90 DIAS) PARA EM-10 EM RATOS 92009 CRISTALIA ESTUDO PILOTO DE TOLERABILIDADE AOS VEÍCULOS ÁCIDO OLEICO, OLEATO DE ETILA E SUA ASSOCIAÇÃO ADMINISTRADOS VIA ORAL A CÃES 182009 SILVESTRE LABS AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA FARMACOLÓGICA DE PRODUTOS PARA TRATAMENTO DE ÚLCERA DE PRESSÃO E CONDIÇÕES RELACIONADAS EM RATOS 192009 CRISTÁLIA TOXICIDADE ORAL AGUDA PARA DMA-DICLORIDRATO EM RATOS 212009 CRISTÁLIA AVAL. DA BIODISPONIBILIDADE DE DIFERENTES FORMULAÇÕES DE DMA-DICLORIDRATO APÓS A ADMINISTRAÇÃO EM CÃES 482008 CRISTÁLIA AVAL. DA BIOEQUIVALÊNCIA DE DIFERENTES FORMULAÇÕES DE CICLOSPORINA APÓS ADMINISTRAÇÃO ORAL EM CÃES 42009 CRISTÁLIA TOXICIDADE ORAL DOSES REPETIDAS(28 DIAS) PARA LASSBIO 753 EM RATOS 52009 CRISTÁLIA TOXICIDADE ORAL DOSES REPETIDAS(28 DIAS) PARA LASSBIO 294 EM RATOS 102009 CRISTÁLIA TOXICIDADE ORAL DOSES REPETIDAS(28 DIAS) PARA DMA-DICLORIDRATO EM RATOS 112009 CRISTÁLIA AVALIAÇÃO DA BIODISPONIBILIDADE DO DMA-DICLORIDRATO EM RATOS. PROJETOS EM ANDAMENTO em 2009 -Edital MCT - CNPq / CT-SAÚDE - Nº 23/2007 - Título do Projeto: Modernização e aumento da capacidade produtiva das unidades do Instituto Royal GENOTOX-ROYAL e UNITOX -ROYAL. -Edital CNPq Nº 005/2007 PROSUL - Título do Projeto: Avaliação fitoquímica, genotóxica e citotóxica de extratos de Baccharis trinervis. -Edital MCT/CNPq/ CTBio/CTSaúde/MS/SCTIE/DECIT Nº 20/2007 - BIOINOVA - Título do Projeto: Desenvolvimento de produto para tratamento da úlcera de pressão e condições relacionadas baseado em ésteres de ácidos graxos essenciais. -Edital MCT/CNPq/CT-Infra/CT-Petro/Ação Transversal IV Nº 16/2008-CASADINHO ILHÉUS-Título do Projeto: Recursos Biólogicos da Mata Atlântica do Sul da Bahia para Obtenção de Bioprodutos com Aplicação Biotecnológica. -Edital Nº 15/2008-MCT/CNPq/FNDCT/CAPES/FAPEMIG/FAPERJ/FAPESP/INSTITUTOS NACIONAIS DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA-INCT-INOFAR - Título: Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia-Inovação e Desenvolvimento de Fármacos e Medicamentos. -Edital CNPq/MAPA/SDA Nº 64/2008-CDA EUCALYPTUS-Título: Criação do "CDA Eucalyptus":Centro Colaborador em Defesa Agropecuária para Biossegurança Relativa a Plantas GM de Eucalipto. -Edital Carta Convite MCT/FINEP/CT-PETRO Incubadoras de Empresas-01/2007-BIOT-PETRO-Título: Implantação da Unidade IE-CBiot/Petróleo e Gás.
Resultados obtidos: A Royal trabalha c/ processos de qualidade, em conjunto c/ a auditoria do INMETRO e ANVISA. A qualidade dos animais produzidos nos biotéricos de criação é garantida pela Association for Assesment and Accreditation of Laboraory Animal Care, a AAALAC, associação americana q/ se dedica a estabelecer padrões e fiscalizar sua manutenção para certificar a qualidade do animal c/ matéria prima de pesquisa e desenvolvimentos de protocolos investigativos. É afiliada ao Kennel Club e a Sociedade Brasileira de Toxicicologia SBTox. Através do seu trabalho c/ processos de qualidade em 2009 conquistou : -Manutenção da Acreditação de Boas Práticas de Laboratório - BPL no INMETRO p/ os ensaios de Ames , Micronúcleos e Aberrações Cromossômicas. -Partcipação do 2º Programa de Comparação Interlaboratorial p/ o Teste de Salmonela/ microssoma -Teste de Ames, c/ resultados q/ demonstram q/ o GENOTOX-ROYAL realiza o ensaio de Ames 2º os padrões esperados e q/ se enquadram dentro da média dos participantes."
No total de beneficiários: 21 (não gratuitos)
Fonte de recursos: 100% própria (decorrentes de prestação de serviços da entidade).
Receita anual: R$ 9.395.413,95
Despesas gerais e administrativas: R$ 3.290.895,87
Resultado operacional: R$ 5.401.492,32

*Relatório de 29/jun/2011, referente ao exercício de 2010: 37 funcionários assalariados; 15 autônomos. MJ 10/set/2011.
As atividades realizadas foram:
"Descrição: Conforme contratos firmados, foram desenvolvidos os seguintes estudos, ambos com laudos: Estudos concluídos no ano de 2010 ESTUDO CLIENTE ENSAIO GT00636 CHEMYUNION AMES GT00637 CHEMYUNION AMES GT00638 CHEMYUNION AMES GT00648 ABERRAÇÕES CROMOSSÔMICAS GT00650 CRISTÁLIA AMES AMBIENTAL GT00657 CRISTÁLIA CLONOGÊNICO SEM S9 GT00658 CRISTÁLIA MTT SEM S9 GT00660 CRISTÁLIA CLONOGÊNICO SEM S9 GT00661 CRISTALIA MTT SEM S9 GT00662 CRISTÁLIA VERMELHO NEUTRO SEM S9 12010 SILVESTRE LABS AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA PARA CURATIVO BIOLÓGICO (COLZEN) EM RATOS 32010 CRISTÁLIA TOXICIDADE ORAL AGUDA PARA JM25-1 EM RATOS 42010 CRISTÁLIA TOXICIDADE ORAL AGUDA PARA JMF2-1 EM RATOS 52010 CRISTÁLIA TOXICIDADE ORAL AGUDA PARA IMPUREZA -A-CRIS-123 EM RATOS 82010 CRISTÁLIA TOXICIDADE ORAL AGUDA PARA CRIS 171 EM RATOS 92010 CRISTÁLIA TOXICIDADE INTRAPERITONEAL AGUDA CRIS 171 EM RATOS Estudos contratados no ano de 2010 e não concluídos até o final do ano: GT00622 PESQUISA CEARÁ AMES NÃO BPL GT00641 CRISTÁLIA MTT GT00642 CRISTÁLIA VERMELHO NEUTRO GT00643 CRISTÁLIA CLONOGÊNICO GT00645 BRASKEM AMES AMBIENTAL GT00651 CRISTÁLIA AMES GT00652 CRISTÁLIA MICRONÚCLEOS GT00653 CRISTÁLIA ABERRAÇÕES LINFÓCITOS GT00654 CRISTÁLIA CLONOGÊNICO SEM S9 GT00655 CRISTÁLIA MTT SEM S9 GT00656 CRISTÁLIA VERMELHO NEUTRO SEM S9 GT00659 CRISTÁLIA VERMELHO NEUTRO SEM S9 GT00665 CRISTÁLIA MTT SEM S9 GT00666 CRISTALIA VERMELHO NEUTRO SEM S9 GT00667 CRISTÁLIA CLONOGÊNICO SEM S9 GT00687 BRASKEM AMES AMBIENTAL GT00688 BRASKEM TOXICIDADE CRÔNICA - ECOTOX GT00689 BRASKEM AMES EXTRAÇÃO 22010 CRISTÁLIA AVALIAÇÃO ELETROCARDIOGRÁFICA PARA DMA-DICLORIDRATO EM CÃES 62010 CRISTÁLIA TOXICIDADE INTRAPERITONEAL AGUDA PARA IMPUREZA-A-CRIS-123 EM RATOS 102010 CRISTÁLIA TOXICIDADE INTRAPERITONEAL AGUDA JM25-1 EM RATOS 112010 CRISTÁLIA TOXICIDADE INTRAPERITONEAL AGUDA PARA JMF2-1 EM RATOS 122010 CRISTÁLIA AVALIAÇÃO DA BIODISPONIBILIDADE DO CRIS 074 ASSOCIADO OU NÃO AO RITONAVIR APÓS A ADMINISTRAÇÃO ORAL EM CÃES 132010 TECPON TOXICIDADE DÉRMICA AGUDA PARA MONOESTER DO ÁCIDO OLÉICO 50% MONOESTER DO ÁCIDO LINOLÉICO 50% EM RATOS 142010 TECPON TOXICIDADE DÉRMICA DOSES REPETIDAS 28 DIAS PARA MONOESTER DO AC. OLÉICO/MONOÉSTER DO AC. LINOLÉICO EM PELE ESCARIFICADA DE RATOS 152010 CRISTÁLIA TOXICIDADE INTRAMUSCULAR SUBAGUDA PARA HBSAG + SÍLICA MESOPOROSA EM RATOS 162010 CRISTÁLIA TOXICIDADE ORAL DOSES REPETIDAS (90 DIAS) PARA DMA - DICLORIDRATO EM CÃES PROJETOS EM ANDAMENTO em 2010 -Edital MCT - CNPq / CT-SAÚDE - Nº 23/2007 - Título do Projeto: Modernização e aumento da capacidade produtiva das unidades do Instituto Royal GENOTOX-ROYAL e ROYAL-TOXICOLOGIA. -Edital CNPq Nº 005/2007 PROSUL - Título do Projeto: Avaliação fitoquímica, genotóxica e citotóxica de extratos de Baccharis trinervis. -Edital MCT/CNPq/ CTBio/CTSaúde/MS/SCTIE/DECIT Nº 20/2007 - BIOINOVA - Título do Projeto: Desenvolvimento de produto para tratamento da úlcera de pressão e condições relacionadas baseado em ésteres de ácidos graxos essenciais. -Edital MCT/CNPq/CT-Infra/CT-Petro/Ação Transversal IV Nº 16/2008-CASADINHO ILHÉUS-Título do Projeto: Recursos Biólogicos da Mata Atlântica do Sul da Bahia para Obtenção de Bioprodutos com Aplicação Biotecnológica. -Edital Nº 15/2008-MCT/CNPq/FNDCT/CAPES/FAPEMIG/FAPERJ/FAPESP/INSTITUTOS NACIONAIS DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA-INCT-INOFAR - Título: Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia-Inovação e Desenvolvimento de Fármacos e Medicamentos. -Edital CNPq/MAPA/SDA Nº 64/2008-CDA EUCALYPTUS-Título: Criação do "CDA Eucalyptus":Centro Colaborador em Defesa Agropecuária para Biossegurança Relativa a Plantas GM de Eucalipto. -Edital Carta Convite MCT/FINEP/CT-PETRO Incubadoras de Empresas-01/2007-BIOT-PETRO-Título: Implantação da Unidade IE-CBiot/Petróleo e Gás.
Resultados obtidos: A Royal trabalha c/ processos de qualidade, em conjunto c/ a auditoria do INMETRO e ANVISA. A qualidade dos animais produzidos nos biotéricos de criação é garantida pela Association for Assesment and Accreditation of Laboratory Animal Care, a AAALAC, associação americana q/ se dedica a estabelecer padrões e fiscalizar sua manutenção para certificar a qualidade do animal c/ matéria prima de pesquisa e desenvolvimentos de protocolos investigativos. É afiliada ao Kennel Club e a Sociedade Brasileira de Toxicicologia SBTox. Através do seu trabalho c/ processos de qualidade em 2010 conquistou : Monitoramento BPL:-Manutenção da Acreditação de Boas Práticas de Laboratório - BPL no INMETRO p/ 4 ensaios existentes no escopo, ensaios com 6 tipos de produtos constantes no escopo, ampliação de escopo com inserção de 10 novos ensaios, inserção de novos sistemas-teste nos ensaios que já existiam no escopo, inserção de novos produtos no escopo, inserção de novos guidelines p/ condução de ensaios."
No total de beneficiários: 6 (não gratuitos)
Fonte de recursos: 100% própria (decorrentes de prestação de serviços da entidade).
Receita anual: R$ 2.379.644,34
Despesas gerais e administrativas: R$ 3.876.765,48
Resultado operacional: R$ -1.960.849,01

*Relatório de 31/mai/2012, referente ao exercício de 2011: 47 funcionários assalariados; 12 autônomos. MJ 22/set/2012.
As atividades realizadas foram:
"Descrição: Conforme contratos firmados, foram desenvolvidos os seguintes estudos, ambos com laudos: Estudos concluídos no ano de 2011: ESTUDO CLIENTE ENSAIO 192010 CRISTALIA TOXICIDADE INTRAPERITONEAL AGUDA PARA CRIS 130 EM CAMUNDONGOS 202010 CRISTALIA TOXICIDADE ORAL AGUDA PARA CRIS 177 EM CAMUNDONGOS 12011 SESPO TOXICIDADE DÉRMICA AGUDA PARA CYPERCLOR PLUS POURON EM RATOS 22011 SESPO TOXICIDADE ORAL AGUDA PARA CYPERCLOR PLUS POURON EM RATOS 42011 EXTRACTA TOXICIDADE DÉRMICA AGUDA PARA AUREOCICLINA EM RATOS 52011 EXTRACTA IRRITAÇÃO/CORROSÃO DÉRMICA AGUDA PARA AUREOCICLINA EM COELHOS 62011 EXTRACTA IRRITAÇÃO/CORROSÃO OCULAR AGUDA PARA AUREOCICLINA EM COELHOS 82011 CRISTALIA TOXICIDADE ENDOVENOSA AGUDA PARA JMF2-1 EM CAMUNDONGOS 92011 CRISTALIA TOXICIDADE ENDOVENOSA AGUDA PARA JM25-1 EM CAMUNDONGOS GT00573 CRISTALIA ABERRAÇÕES CROMOSSÔMICAS LINFÓCITOS GT00609 PESQ.JAQUELINE PICADA AMES NÃO BPL GT00610 INOFAR AMES GT00611 INOFAR ABERRAÇÕES CROMOSSÔMICAS LINFÓCITOS GT00622 UNIV. FED. CEARÁ AMES GT00639 TECPON/BIOINOVA AMES GT00640 TECPON/BIOINOVA MICRONÚCLEOS IN VIVO EM PELE GT00641 CRISTÁLIA REDUÇÃO DE MTT GT00642 CRISTÁLIA VERMELHO NEUTRO GT00643 CRISTÁLIA CLONOGÊNICO GT00645 BRASKEM AMES AMBIENTAL GT00649 CASADINHO ILHÉUS AMES GT00651 CRISTÁLIA AMES GT00652 CRISTÁLIA MICRONÚCLEOS GT00653 CRISTÁLIA ABERRAÇÕES LINFÓCITOS GT00654 CRISTÁLIA CLONOGÊNICO GT00655 CRISTÁLIA REDUÇÃO DE MTT GT00656 CRISTÁLIA VERMELHO NEUTRO GT00659 CRISTÁLIA VERMELHO NEUTRO GT00665 CRISTÁLIA REDUÇÃO DE MTT GT00666 CRISTALIA VERMELHO NEUTRO GT00667 CRISTÁLIA CLONOGÊNICO GT00683 CRISTÁLIA REDUÇÃO DE MTT GT00684 CRISTALIA VERMELHO NEUTRO GT00685 CRISTÁLIA REDUÇÃO DE MTT GT00686 CRISTALIA VERMELHO NEUTRO GT00687 BRASKEM AMES AMBIENTAL GT00688 BRASKEM TOXICIDADE CRÔNICA 3 NÍVEIS TRÓFICOS GT00689 BRASKEM AMES EXTRAÇÃO GT00690 CHEMYUNION AMES GT00691 CHEMYUNION AMES GT00692 CHEMYUNION AMES GT00693 CHEMYUNION AMES GT00694 UCS AMES AMBIENTAL GT00695 CRISTÁLIA AMES GT00696 CRISTÁLIA AMES GT00698 CRISTÁLIA CLONOGÊNICO GT00699 CRISTÁLIA CLONOGÊNICO GT00700 INSTITUTO ROYAL NA GT00701 CRISTÁLIA CLONOGÊNICO GT00702 CRISTÁLIA REDUÇÃO DE MTT GT00703 CRISTALIA VERMELHO NEUTRO GT00704 CRISTÁLIA CLONOGÊNICO GT00705 CRISTÁLIA REDUÇÃO DE MTT GT00706 CRISTALIA VERMELHO NEUTRO GT00707 SBMCTA/INST.ROYAL INTERLABORATORIAL MICRONÚCLEOS IN VIVO GT00708 BRASKEM RELATÓRIO GERAL AMES E TOXICIDADE CRÔNICA GT00709 BRASKEM AMES AMBIENTAL GT00710 BRASKEM AMES EXTRAÇÃO GT00711 BRASKEM TOXICIDADE CRÔNICA 3 NÍVEIS TRÓFICOS GT00714 CRITÉRIA AMES GT00715 CHEMYUNION AMES GT00716 CHEMYUNION AMES GT00719 FIOCRUZ AMES GT00720 FIOCRUZ AMES GT00721 FIOCRUZ AMES GT00722 FIOCRUZ AMES GT00723 CRISTÁLIA CLONOGÊNICO GT00724 CRISTÁLIA REDUÇÃO DE MTT GT00725 CRISTALIA VERMELHO NEUTRO GT00726 CRISTÁLIA CLONOGÊNICO GT00727 CRISTÁLIA REDUÇÃO DE MTT GT00728 CRISTALIA VERMELHO NEUTRO GT00729 CRISTÁLIA CLONOGÊNICO GT00730 CRISTÁLIA REDUÇÃO DE MTT GT00731 CRISTALIA VERMELHO NEUTRO Estudos contratados no ano de 2011 e não concluídos até o final do ano: 172010 CRISTALIA TOXICIDADE ORAL SUBAGUDA PARA HBSAG + SÍLICA MESOPOROSA EM RATOS 182010 CRISTALIA TOXICIDADE ORAL SUBAGUDA PARA HBSAG + SÍLICA MESOPOROSA EM CÃES 32011 CRISTALIA TOXICIDADE INTRAPERITONEAL AGUDA PARA CRIS 104 X 2 HCL EM CAMUNDONGOS 72011 CRISTALIA TOXICIDADE INTRAMUSCULAR SUBAGUDA PARA HBSAG + SÍLICA MESOPOROSA EM CÃES 102011 CRISTALIA TOXICIDADE DÉRMICA DOSES REPETIDAS (21 DIAS) PARA KOLLAGENASE (FABRICANTE 1) EM PELE ESCARIFICADA DE RATOS 112011 CRISTALIA TOXICIDADE DÉRMICA DOSES REPETIDAS (21 DIAS) PARA KOLLAGENASE (FABRICANTE 2) EM PELE ESCARIFICADA DE RATOS 122011 CRISTALIA AVALIAÇÃO DA BIODISPONIBILIDADE DE DIFERENTES FORMULAÇÕES DE CRIS 123 APÓS A ADMINISTRAÇÃO EM CÃES SUBMETIDOS A JEJUM 132011 CRISTALIA AVALIAÇÃO DA BIODISPONIBILIDADE DE DIFERENTES FORMULAÇÕES DE CRIS 123 APÓS A ADMINISTRAÇÃO EM CÃES ALIMENTADOS 142011 SOBSIGILO AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA DE SHEC X COMPARADOR EM CÃES GT00717 NEUROASSAY AMES GT00718 NEUROASSAY MICRONÚCLEOS IN VIVO GT00732 CRISTÁLIA CLONOGÊNICO GT00733 CRISTÁLIA REDUÇÃO DE MTT GT00734 CRISTALIA VERMELHO NEUTRO GT00735 CRISTÁLIA CLONOGÊNICO GT00736 CRISTÁLIA REDUÇÃO DE MTT GT00737 CRISTALIA VERMELHO NEUTRO GT00738 FIOCRUZ MICRONÚCLEOS GT00739 FIOCRUZ MICRONÚCLEOS GT00740 FIOCRUZ MICRONÚCLEOS GT00741 FIOCRUZ MICRONÚCLEOS GT00742 FIOCRUZ AMES GT00743 FIOCRUZ MICRONÚCLEOS GT00744 FIOCRUZ AMES GT00745 FIOCRUZ MICRONÚCLEOS GT00746 FIOCRUZ AMES GT00747 FIOCRUZ MICRONÚCLEOS GT00748 FIOCRUZ AMES GT00749 FIOCRUZ MICRONÚCLEOS GT00750 FIOCRUZ AMES GT00751 FIOCRUZ MICRONÚCLEOS GT00752 FIOCRUZ AMES GT00753 FIOCRUZ MICRONÚCLEOS GT00757 CRISTALIA SAFETY SNC GT00758 NEUROASSAY AMES GT00759 NEUROASSAY MICRONÚCLEOS IN VIVO GT00736 CMPC AMES KADO GT00761 CHEMYUNION AMES GT00762 CRISTÁLIA CLONOGÊNICO GT00763 CRISTÁLIA REDUÇÃO DE MTT GT00764 CRISTALIA VERMELHO NEUTRO GT00765 BRASKEM AMES AMBIENTAL GT00766 BRASKEM AMES EXTRAÇÃO GT00767 BRASKEM TOXICIDADE CRÔNICA 3 NÍVEIS TRÓFICOS GT00768 CRISTALIA AMES AMBIENTAL GT00769 SILVESTRE CLONOGÊNICO GT00770 SILVESTRE LEVEDURA PROJETOS EM ANDAMENTO em 2011 -Edital MCT/CNPq/ CTBio/CTSaúde/MS/SCTIE/DECIT Nº 20/2007 - BIOINOVA - Título do Projeto: Desenvolvimento de produto para tratamento da úlcera de pressão e condições relacionadas baseado em ésteres de ácidos graxos essenciais. -Edital MCT/CNPq/CT-Infra/CT-Petro/Ação Transversal IV Nº 16/2008-CASADINHO ILHÉUS-Título do Projeto: Recursos Biólogicos da Mata Atlântica do Sul da Bahia para Obtenção de Bioprodutos com Aplicação Biotecnológica. -Edital Nº 15/2008-MCT/CNPq/FNDCT/CAPES/FAPEMIG/FAPERJ/FAPESP/INSTITUTOS NACIONAIS DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA-INCT-INOFAR - Título: Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia-Inovação e Desenvolvimento de Fármacos e Medicamentos. -Edital CNPq/MAPA/SDA Nº 64/2008-CDA EUCALYPTUS-Título: Criação do "CDA Eucalyptus":Centro Colaborador em Defesa Agropecuária para Biossegurança Relativa a Plantas GM de Eucalipto.
Resultados obtidos: A Royal trabalha c/ processos de qualidade, em conjunto c/ a auditoria do INMETRO e ANVISA. A qualidade dos animais produzidos nos biotéricos de criação é garantida pela Association for Assesment and Accreditation of Laboratory Animal Care, a AAALAC, associação americana q/ se dedica a estabelecer padrões e fiscalizar sua manutenção para certificar a qualidade do animal c/ matéria prima de pesquisa e desenvolvimentos de protocolos investigativos. É afiliada ao Kennel Club e a Sociedade Brasileira de Toxicicologia SBTox. Através do seu trabalho c/ processos de qualidade em 2011 conquistou: Monitoramento BPL:-Manutenção da Acreditação de Boas Práticas de Laboratório - BPL no INMETRO p/ 12 ensaios existentes no escopo, ensaios com 10 tipos de produtos constantes no escopo, ampliação de escopo com inserção de 02 novos ensaios."
No total de beneficiários: 18 (não gratuitos)
Fonte de recursos: 100% própria (decorrentes de prestação de serviços da entidade).
Receita anual: R$ 1.092.396,51
Despesas gerais e administrativas: R$ 4.507.682,37
Resultado operacional: R$ -3.793.723,03

*Relatório de 29/mai/2013, referente ao exercício de 2012: 77 funcionários assalariados; 11 autônomos. MJ 06/ago/2013.
As atividades realizadas foram:
"Descrição: Conforme contratos firmados, foram desenvolvidos os seguintes estudos, ambos com laudos: Estudos concluídos no ano de 2012: Estudo Cliente Ensaio GT00734 CRISTÁLIA Incorporação de Vermelho Neutro GT00742 FIOCRUZ AMES GT00733 CRISTÁLIA Redução de MTT GT00746 FIOCRUZ AMES GT00613 NA Padronização do método Clonogênico GT00614 NA Padronização do método Redução de MTT GT00615 NA Padronização do método Incorporação de Vermelho Neutro GT00697 INSTITUTO ROYAL Validação contagem automatizada de colônias - AMES GT00736 CRISTÁLIA Redução de MTT GT00737 CRISTÁLIA Incorporação de Vermelho Neutro GT00767 BRASKEM Toxicidade Crônica Três Níveis Tróficos GT00763 CRISTÁLIA Redução de MTT GT00768 CRISTÁLIA AMES Ambiental GT00735 CRISTÁLIA Clonogênico GT00762 CRISTÁLIA Clonogênico GT00673 CRISTÁLIA Clonogênico com S9 GT00732 CRISTÁLIA Clonogênico GT00764 CRISTÁLIA Incorporação de Vermelho Neutro GT00668 PESQUISA PARIS/UCS AMES GT00771 GIVAUDAN Micronúcleos in vitro GT00766 BRASKEM AMES Extração GT00744 FIOCRUZ AMES GT00798 BRASKEM Relatório Geral 2011 GT00748 FIOCRUZ AMES GT00680 CRISTÁLIA Clonogênico com S9 GT00772 TATIANE DABOIT Clonogênico GT00670 CRISTÁLIA Cometa V79 GT00676 INSTITUTO ROYAL Aberrações Cromossômicas em V79 GT00765 BRASKEM AMES Ambiental GT00796 SILVESTRE Clonogênico GT00750 FIOCRUZ AMES GT00799 CHEMYUNION AMES GT00752 FIOCRUZ AMES GT00804 BRASKEM Toxicidade Crônica Três Níveis Tróficos GT00717 NEUROASSAY AMES GT00776 TATIANE DABOIT Clonogênico GT00800 PROJETOS CASADINHO AMES GT00758 NEUROASSAY AMES GT00760 CMPC – CELULOSE RIOGRANDENSE AMES Extração - Kado GT00774 TATIANE DABOIT Cometa V79 GT00803 BRASKEM AMES Extração GT00775 TATIANE DABOIT AMES GT00738 FIOCRUZ Micronúcleos in vivo GT00807 CHEMYUNION AMES GT00802 BRASKEM AMES Ambiental GT00779 TATIANE DABOIT AMES GT00797 SILVESTRE Levedura GT00817 CASADINHO ILHÉUS AMES GT00751 FIOCRUZ Micronúcleos in vivo GT00792 TATIANE DABOIT Clonogênico GT00792 TATIANE DABOIT Clonogênico GT00795 TATIANE DABOIT AMES 12012 BLAUSIEGEL TOLERÂNCIA LOCAL AGUDA PARA FILGRASTINE® EM COELHOS 22012 BLAUSIEGEL TOLERÂNCIA LOCAL AGUDA PARA NEW FILGRASTINE® EM COELHOS 32011 CRISTÁLIA TOXICIDADE INTRAPERITONEAL AGUDA PARA CRIS 104X2 HCL EM CAMUNDONGOS 32012 BLAUSIEGEL AVALIAÇÃO DA ATIVIDADE BIOLÓGICA PARA FILGRASTINE® EM RATOS NEUTROPÊNICOS 42012 BLAUSIEGEL AVALIAÇÃO DA ATIVIDADE BIOLÓGICA PARA FILGRASTINE EM RATOS NEUTROPÊNICOS 72011 CRISTÁLIA TOXICIDADE INTRAMUSCULAR SUBAGUDA PARA HBSAG + SÍLICA MESOPOROSA EM CÃES 72012 CRISTÁLIA TOXICIDADE ORAL AGUDA PARA FUCCS EM CAMUNDONGOS 82012 CRYOPRAXIS CRIOBIOLOGIA LTDA TOXICIDADE INTRAPERITONEAL AGUDA PARA LIPAGE EM CAMUNDONGOS 92012 CRYOPRAXIS CRIOBIOLOGIA LTDA TOXICIDADE SUBCUTÂNEA AGUDA PARA LIPAGE EM CAMUNDONGOS 102011 CRISTÁLIA TOXICIDADE DÉRMICA DOSES REPETIDAS (21 DIAS) PARA KOLLAGENASE (FABRICANTE 1) EM PELE ESCARIFICADA DE RATOS 112011 CRISTÁLIA TOXICIDADE DÉRMICA DOSES REPETIDAS (21 DIAS) PARA KOLLAGENASE (FABRICANTE 2) EM PELE ESCARIFICADA DE RATOS 142011 SOB SIGILO AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA DE SHEC X COMPARADOR EM CÃES 162010 CRISTÁLIA TOXICIDADE ORAL DOSES REPETIDAS (90 DIAS) PARA DMA-DICLORIDRATO EM CÃES 172010 CRISTÁLIA TOXICIDADE ORAL SUBAGUDA PARA HBSAG+SÍLICA MESOPOROSA EM RATOS 182010 CRISTÁLIA TOXICIDADE ORAL SUBAGUDA PARA HBSAG+SÍLICA MESOPOROSA EM CÃES Estudos em andamento Relação de Estudos em andamento em 31/12/2012: Estudo Patrocinador Ensaio GT00589 PESQUISA DANIEL PRÁ AMES NÃO BPL GT00663 INSTITUTO ROYAL ABERR LINFÓCITO GT00671 CRISTÁLIA COMETA V79 GT00672 INSTITUTO ROYAL COMETA V79 GT00718 NEUROASSAY MICRO in vitro GT00739 FIOCRUZ MICRO GT00740 FIOCRUZ MICRO GT00741 FIOCRUZ MICRO GT00743 FIOCRUZ MICRO in vitro GT00745 FIOCRUZ MICRO in vitro GT00747 FIOCRUZ MICRO in vitro GT00749 FIOCRUZ MICRO in vitro GT00753 FIOCRUZ MICRO in vitro GT00754 INSTITUTO ROYAL MICRO in vitro GT00755 INSTITUTO ROYAL AMES GT00757 CRISTÁLIA SAFETY SNC GT00759 NEUROASSAY COMETA V79 GT00773 TATIANE DABOIT MICRO IN VITRO GT00777 TATIANE DABOIT MICRO IN VITRO GT00778 TATIANE DABOIT COMETA V79 GT00785 TATIANE DABOIT MICRO IN VITRO GT00786 TATIANE DABOIT COMETA V79 GT00787 TATIANE DABOIT AMES GT00793 TATIANE DABOIT MICRO IN VITRO GT00794 TATIANE DABOIT COMETA V79 GT00801 CASADINHO ILHÉUS COMETA V79 GT00805 GIVAUDAN MICRO in vitro GT00808 NATURA MICRO in vitro GT00809 CRISTÁLIA COMETA V79 GT00810 CRISTÁLIA MICRO in vitro GT00811 CRISTÁLIA MICRO in vivo GT00812 NEUROASSAY CLONOGÊNICO GT00813 NEUROASSAY VERMELHO NEUTRO GT00814 NEUROASSAY COMETA V79 GT00815 NATURA MICRO in vitro GT00816 PESQUISA - BRUNO AMES GT00818 BRASKEM AMES Ambiental GT00819 BRASKEM AMES Extração GT00820 BRASKEM Toxicidade Crônica GT00821 BRASKEM PP GT00822 NATURA MICRO in vitro GT00823 NATURA MICRO in vitro GT00824 NATURA MICRO in vitro 52012 BLAU FARMACÊUTICA TOXICIDADE SUBCUTÂNEA DOSES REPETIDAS (28 DIAS) PARA FILGRASTINE® EM RATOS 62012 BLAU FARMACÊUTICA TOXICIDADE SUBCUTÂNEA DOSES REPETIDAS (28 DIAS) PARA FILGRASTINE® EM RATOS 102012 BLAU FARMACÊUTICA TOXICIDADE SUBCUTÂNEA DOSES REPETIDAS (28 DIAS) PARA ENOXALOW® EM RATOS 112012 BLAU FARMACÊUTICA TOXICIDADE SUBCUTÂNEA DOSES REPETIDA (28 DIAS PARA HEPAMAX®-S EM RATOS 132012 BLAU FARMACÊUTICA AVALIAÇÃO FARMACODINÂMICA PARA HEPAMAX® EM CAMUNDONGOS 142012 BLAU FARMACÊUTICA AVALIAÇÃO FARMACODINÂMICA PARA ENOXALOW® EM CAMUNDONGOS 152012 BLAU FARMACÊUTICA TOLERÂNCIA LOCAL AGUDA PARA ENOXALOW® EM COELHOS 162012 BLAU FARMACÊUTICA TOLERÂNCIA LOCAL AGUDA PARA HEPAMAX® EM COELHOS 172012 CRISTÁLIA TOXICIDADE ORAL AGUDA PARA TCB E TCB (LABRASOL E TRANSCUTOL) EM CAMUNDONGOS 182012 CRYOPRAXIS CRIOBIOLOGIA LTDA TOXICIDADE INTRAPERITONEAL AGUDA PARA LIPAGE EM RATOS 192012 CRYOPRAXIS CRIOBIOLOGIA LTDA TOXICIDADE SUBCUTÂNEA SUBAGUDA PARA LIPAGE EM RATOS 202012 BLAUSIEGEL TOLERÂNCIA LOCAL AGUDA PARA ERITROMAX® EM COELHOS 212012 BLAUSIEGEL TOLERÂNCIA LOCAL AGUDA PARA NEW ERITROMAX EM COELHOS 222012 BLAUSIEGEL TOXICIDADE SUBCUTÂNEA DOSES REPETIDAS (28 DIAS) PARA ERITROMAX® EM RATOS 232012 BLAUSIEGEL TOXICIDADE SUBCUTÂNEA DOSES REPETIDAS (28 DIAS) PARA NEW ERITROMAX EM RATOS 242012 EXTRACTA MOLÉCULAS NATURAIS IRRITAÇÃO/CORROSÃO DÉRMICA AGUDA PARA AUREOCICLINA EM COELHOS 252012 EXTRACTA MOLÉCULAS NATURAIS IRRITAÇÃO/CORROSÃO OCULAR AGUDA PARA AUREOCICLINA EM COELHOS 262012 EXTRACTA MOLÉCULAS NATURAIS TOXICIDADE DÉRMICA AGUDA PARA AUREOCICLINA EM RATOS PROJETOS EM ANDAMENTO em 2012 -Edital MCT/CNPq/CT-Infra/CT-Petro/Ação Transversal IV Nº 16/2008-CASADINHO ILHÉUS - Título do Projeto: Recursos Biólogicos da Mata Atlântica do Sul da Bahia para Obtenção de Bioprodutos com Aplicação Biotecnológica. - Chamada MCTI/CNPq - Nº 25/2012 – APOIO A PROJETOS PARA ESTRUTURAÇÃO DA REDE NACIONAL DE MÉTODOS ALTERNATIVOS (RENAMA). - Título do Projeto: Linha 1: Implementação de Métodos Alternativos ao Uso de Animais no Instituto Royal
Resultados obtidos: Em 2012, o escopo de estudos padronizados e monitorados em BPL aumentou p/ oito ensaios: Ames, Micronúcleos, Aberrações Cromossômicas, Clonogênico, Redução de MTT, Incorporação de Vermelho Neutro, Cometa V79 e Micronúcleos in vitro. Também, foi aprovado o projeto no CNPq “Implementação de Métodos Alternativos ao Uso de Animais no Instituto Royal”, sob responsabilidade da Dr. Izabel Vianna Villela, e foi aprovada a implementação de métodos alternativos ao uso de animais na Un. GENOTOX-ROYAL. - Manutenção - Acreditação em BPL – INMETRO c/ obtenção do monitoramento em Boas Práticas de Laboratório – BPL pela CGCRE para os ensaios de Micronúcleos in vitro (células V79) e Ensaio Cometa. - Manutenção da Acreditação de Boas Práticas de Laboratório - BPL no INMETRO p/ 16 ensaios existentes no escopo após auditoria. - Manutenção da Acreditação de Boas Práticas de Laboratório – BPL no INMETRO p/ realização de ensaios c/ 10 tipos de produtos constantes no escopo."
No total de beneficiários: 21 (não gratuitos)
Fonte de recursos: 100% própria (decorrentes de prestação de serviços da entidade).
Convênio: Finep
Receita anual: R$ 827.868,25
Despesas gerais e administrativas: R$ 5.700.756,71
Resultado operacional: R$ -5.187.843,97

Gerente Geral
Currículo lattes de Silvia Ortiz, diretora geral do instituto. CDI Fapesp.

Declarações do próprio instituto
Funciona desde 2007
Atualmente conta com 85 pessoas entre biólogos, biomédicos, farmacêuticos e veterinários.

Informações segundo a imprensa e outros veículos:
14/ago/2012: Promotor do Meio Ambiente, Wilson Velasco Jr., acompanha veterinária para vistoria de apuração de denúncia de maus tratos: acondicionamento de animais em situação irregular. (Folha: 18/ago/2012.)
19/ago/2012: manifestação de ativistas contra o uso de animais em testes e pesquisas com acusação ed maus tratos aos animais (sobretudos os cães beagles mantidos no local). (Folha: 18/ago/2012.)
18/mar/2013: Vistoria agendada do biólogo Sérgio Greif a pedido do MP na apuração de denúncias de maus tratos aos canis "maternidade", "experimental" e "estoque". No estoque as condições eram inferiores (estressante e insalubre pelo odor de fezes e barulho dos latidos), mas atendia às normas vigentes. (Portal R7: 26/out/2013.)
17/out/2013: nova manifestação de ativistas com acusações de maus tratos aos beagles. (Folha: 18/out/2013.)
18/out/2013: ativistas invadem e retiram animais do instituto. (Folha: 18/out/2013.)
23/out/2013: Câmara federal criou comissão para analisar o caso. (Estadão: 23/out/2013.)
26/out/2013: Prefeitura de São Roque suspende por 60 dias o alvará de funcionamento do instituto. (Agência Brasil 26/out/2013.)
29/out/2013: Deputado Federal Ricardo Tripoli diz ter documento de que em 2012, o instituto solicitou a incineração de 1,1 ton de carcaça. (Câmara Notícias 29/10/2013.)
29/out/2013: Deputado Federal pedirá investigação pelo TCU da verba de R$ 5,2 milhões liberadas pelo Finep ao instituto em 2010. (Câmara Notícias 29/10/2013.)
***06/nov/2013: Conselho diretor do instituto decide encerrar permanentemente as atividades da unidade de São Roque (a unidade Genotox de Porto Alegre-RS, que não realiza testes em animais, continua). (G1 06/nov/2013.)

**Comunicados e manifestações de associações, órgãos e instituições científicas, governamentais e profissionais e outras autoridades
SBCAL 18/10/2013.
ABC e SBPC 22/out/2013.
Concea 24/out/2013.
Anvisa 24/out/2013. (Nota: não comenta diretamente o caso do instituto.)
CFBio 30/out/2013.
FeSBE 14/nov/2013.

Prefeitura de São Roque 18/out/2013. (Nota: em 26/out/2013, o prefeito decidiu suspender o alvará de funcionamento do instituto.)

*Upideite(04/nov/2013): adido a esta data.
**Upideite(05/nov/2013): adido a esta data. Via @rpazza.
***Upideite(06/nov/2013): adido a esta data. Via @luizbento.