MELIANTE vinculado a revista SUBVERSIVA foi detido por valorosos agentes do excelso órgão mantenedor da ORDEM PÚBLICA, a Polícia Militar do Estado de São Paulo, portando, sem os necessários registros e autorização legais exigidos para produtos CONTROLADOS pelo exército, solução de ÁCIDO metanocarboxílico, também denominado de ÁCIDO etanóico, em monóxido de diidrogênio.
A perigosa substância, obtida da OXIDAÇÃO de METILCARBINOL (uma potente DROGA PSICOATIVA), é utilizada na fabricação de EXPLOSIVOS e PESTICIDAS. Em contato com a pele, mucosas, olhos e vias aéreas, o ÁCIDO metanocarboxílico pode causar: IRRITAÇÃO ocular, dérmica, nasal, laríngica; QUEIMADURAS nos olhos e pele; sensibilização da pele; EROSÃO dentária; escurecimento dérmico, hiperceratose; CONJUNTIVITE, lacrimação; EDEMA faríngeo e BRONQUITE crônica. Pode INFLAMAR se exposto a temperaturas acima de 39oC e EXPLODIR em mistura com o ar a 5,6%.
(http://migre.me/f0MsV)
Somente na Federação Russa, todos os anos, 16.000 pessoas são vítimas de acidentes com o composto. Sendo alta a taxa de mortalidade por INTOXICAÇÃO: 3.360 MORTES anuais.
(http://migre.me/f0MHi)
Claramente, portanto, trata-se de um esquema TERRORISTA, devendo o FACÍNORA ser enquadrado na LEI DE SEGURANÇA NACIONAL.
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http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/sp/2013-06-13/jornalista-e-preso-por-porte-de-vinagre-durante-protesto-no-centro-de-sp.html
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sexta-feira, 14 de junho de 2013
quinta-feira, 13 de junho de 2013
Uma grande marca de São Paulo #ProtestaSP
Crédito: Diego Zanchetta/Estadão Conteúdo
Nossa Nota Pública: é fundamental o direito à liberdade de manifestação pacífica. http://t.co/SsnJVM30I6Upideite(13/jun/2013): "Quem acompanhou a manifestação contra o aumento das tarifas de ônibus ao longo dos dois quilômetros que vão do Teatro Municipal à esquina da Consolação com a rua Maria Antônia pode assegurar: os distúrbios desta quinta-feira começaram às 19h10m, pela ação da polícia, mais precisamente por um grupo de uns vinte homens da tropa de choque, com suas fardas cinzentas, que, a olho nu, chegaram com esse propósito." Elio Gaspari. A PM começou a batalha na Maria Antônia.
— Anistia Online (@AnistiaOnline) June 13, 2013
Upideite(13/jun/2013): Mais marcas de São Paulo, essa do dia 11/jun/2013.
Upideite(16/jun/2013): Muito mais marcas aqui.
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
PM na USP 2012
Folha: PM saca arma e agride aluno dentro da USP
Estadão: PM agride ocupante de prédio da USP
Jornal Nacional: Afastados dois PMs acusados de agredir estudante da USP
O que tenho a comentar.
1) Que silêncio comprometedor esse da Reitoria da USP. Odioso silêncio.
2) Espero mesmo que isso não se torne uma escalada. É mais do que natural que o episódio aumente o sentimento de revolta em uma parte significativa dos alunos da USP. Que o comando da PM dê ordens explícitas aos policiais atuantes na universidade para não alimentarem os ânimos ainda mais (se bem que parece que nem o governador, nem o comando da polícia parecem ter lá muita ideia do que ocorre na corporação).
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
PM na USP 2011 (3): por que 400 policiais?
Desocupar reitoria da PUC-SP, invadida por 250 alunos: 110 policiais do BP Choque.
Conter a rebelião em um presídio como Carandiru (cerca de 7-8 mil presidiários na década de 1990): 341 policiais.
Cumprir ordem de reintegração de posse de reitoria invadida por 60-70 estudantes: 400 policiais da Tropa de Choque (fora helicóptero, carros, cavalos). Sim, o câmpus do Butantã tem uma população de estudantes de cerca de 50 mil alunos; mas boa parte era contra a invasão da reitoria. Só uns 300 se mobilizam por lá, como neste ano - tanto os contrários à presença da PM, como os favoráveis - e em 2009. Com funcionários, na greve de 2009, chegaram a 1.000-2.000: controlados por 20 a 40 homens da PM.
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Queria saber quais parâmetros a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo e o comando da PM utilizaram para dimensionar o efetivo para a operação de reintegração de posse e desocupação da reitoria em quatro centenas de soldados muito bem equipados.
Comparativamente parece-me que carregaram na dose e gastaram dinheiro extra à toa (à toa em termos de efetividade do cumprimento da ordem judicial, garantindo a segurança de todos).
Enviei um email à Polícia Militar perguntando sobre isso. Vamos ver se respondem.
Upideite(16/nov/2011): Eu perguntei (dia 10/nov/2011):
"Prezados Srs.,
Uma dúvida. Como foi definido o tamanho do efetivo e do aparato mobilizado na operação de reintegração de posse da Reitoria da USP no dia 08/11/2011?
Agradeço desde já a atenção.
Cordialmente,
Roberto Takata"
A PM de São Paulo respondeu (dia 16/nov/2011) :
"Prezado Senhor Roberto Takata,
Agradecemos o envio da mensagem, esclarecemos a V. Sª que é realizado um estudo através das normas existentes na Instituição e determinado um levatamento preciso, para poder ter certeza da real quantidade do efetivo, a ser empregado.
Fale Conosco PM"
terça-feira, 8 de novembro de 2011
PM na USP 2011 (2): A criminalidade caiu 92%, e daí?
Em maio, com a repercussão do homicídio de um estudante da FEA em um estacionamento da USP, houve uma intensificação da atuação da PM dentro do câmpus Butantã. Notícias chegaram a ser divulgadas sobre o aumento da criminalidade dentro da Cidade Universitária nos meses que antecederam o assassinato e a redução após o trabalho da polícia.
As linhas verticais indicam o mês de maio de cada ano. Eu digo que os números da PM são coisa bem marota. Quer dizer, provavelmente os índices caíram mesmo 90 e tantos porcentos depois que a polícia começou a atuar mais ostensivamente na USP/Butantã, porém a sugestão de que as duas coisas se relacionam é beeeeeeeeeeeeeeem discutível.
Com os protestos recentes que terminou na ocupação da reitoria por alguns alunos e sua posterior prisão, brandiu-se um número de que com a PM no câmpus o índice de criminalidade caiu 92%.
Não consigo evitar de levantar minha sobrancelha esquerda (ao menos metaforicamente, fisicamente não tenho tal habilidade) diante desses números.
Peguei os dados dos registros de ocorrência no câmpus principal compilados pela Guarda Universitária da USP - ela tem alguns problemas, por exemplo, não consta o homicídio do estudante mencionado acima, porém, creio que sirva de indicador geral das tendências. Abaixo está o gráfico com os dados desde janeiro de 2007 até setembro de 2011, que são os disponíveis no momento.
Os valores oscilam bastante durante o ano. E bem por volta de maio, quando ocorreu o terrível crime, há um pico de ações criminosas dentro do câmpus e, mesmo nos outros anos em que a PM não foi acionada, esse pico é seguido de uma forte queda. A PM comparou 80 dias antes e 80 dias depois. O crime foi em maio, ou seja, o período pós-homicídio inclui julho, período de férias, quando a circulação no câmpus cai bastante.
Fiz uma comparação para os anos de 2007 a 2011 somando os casos de furto qualificado para os meses de março e abril e para os meses de junho e julho de cada ano, as quedas são: 52%, 22,5%, 21,8%, 41,7% e 41,7%.
Desculpe, mas onde a ação da PM causou a queda mesmo?
Disclêimer: Não digo com isso que a presença da PM seja inútil. Eu mesmo sou favorável a que a PM opere dentro da Cidade Universitária (não que minha opinião importe).
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
PM na USP 2011
Não é de hoje que USP + PM = encrenca. E não precisamos voltar aos tempos da Revolução Ditadura. Há pouco tempo houve confrontação entre estudantes e a polícia militar.
Não estava lá e não sei dos detalhes. Segundo a imprensa, começou com a abordagem pelos PMs de três estudantes da FFLCH que estavam no carro fumando um baseado. Mas não dá pra confiar totalmente nos relatos via imprensa, entre outras coisas, ao menos parte dela, está abertamente de má vontade com os alunos.
Sério, repórter *insiste* com os estudantes em ouvir a versão deles - que se recusam pois acham que suas palavras serão distorcidas. Aí encontra uma que é convencida a se manifestar. O repórter escreve em seu blogue: "Em vez de descrever os fatos que originaram a confusão, elucubrou sobre privatização e política estudantil: 'O que aconteceu é uma decorrência da privatização do ensino neoliberal e blá, blá, blá'. Com uma mistura de inocência e arrogância, ela parecia acreditar que aquilo era realmente o que eu queria ouvir. Continuei sem saber o que havia ocorrido. O jeito foi ouvir a história só com fontes da PM."
Como é que é: "blá blá blá"? O cara estava lá para relatar o ocorrido e as versões ou pra qualificar o que as pessoas acham em fatos e blablablá? Oquei, é bom ter discernimento e uma visão crítica, mas nesse caso, que tal, em vez de cortar a fala com blablablá, reproduzir e indicar por que está errado? Como saberemos que é uma mistura de inocência e arrogância se a fala é interrompida? E ainda segue: "o que eu queria ouvir", então repórter só presta atenção no que quer ouvir e não no que o outro tem a dizer? Fico imaginando se ele tentou fazer perguntas objetivas então para arrancar as informações.
Não sei, portanto, como foi a abordagem inicial dos PMs. *Se* a coisa começou por causa de fumo de maconha, concordo que os policiais tinham que fazer a abordagem (se não houver orientação contrária). Segundo o artigo 28 da lei 11.343/2006, a posse de drogas para consumo próprio é crime (está no capítulo III intitulado "Dos Crimes e Das Penas"), um crime leve - as penas são apenas advertência, prestação de serviços e participação em cursos -, mas crime. Policial deve fazer a abordagem, levar as pessoas à delegacia, a ocorrência ser lavrada, haver o indiciamento, seguir para o julgamento com o direito à ampla defesa, proferir-se o veredito e o juiz dar a sentença se for o caso. Mas não há que se usar de violência desnecessária. Houve violência na abordagem? Os estudantes reagiram? Não sei.
Prossegue o jornalista: "Os policiais estavam claramente orientados a manter a calma, fato que depois foi confirmado pelo comandante geral. Tanto que alguns estudantes acenderam baseados e passaram a fumar tranquilamente nos jardins da História, mesmo com a presença das autoridades."
Voltemos um pouco. Falei em "se não houver orientação contrária". Poderia haver orientação da cúpula para se fazer vistas grossas a casos como esse, p.e., justamente para não se provocar animosidades desnecessárias. *Se* for confiável o relato do jornalista de que outros estudantes que se agruparam em torno dos policiais - em protesto à abordagem deles aos três colegas - passaram a fumar sem serem incomodados e que isso revela orientação superior para evitar confrontação, então isso significa que a história poderia ter sido bem diferente: a cúpula poderia ter emitido essa orientação *antes*.
Ok, então pelo menos uma falha houve - sem entrar no mérito da necessidade do convênio entre a reitoria e a PM para o policiamento militar dentro do câmpus da USP - ou a cúpula ignorou o potencial de confrontamento pela abordagem ostensiva a estudantes ou os PMs ignoraram orientação da cúpula para não causar tensões.
Depois disso, há também pelo menos uma falha por parte dos estudantes - um grupo deles pelo menos.
Pode se discutir se foi acertada ou não a ocupação, primeiro da administração da FFLCH, e, depois, da reitoria. Segundo relata outra jornalista, houve uma assembleia que decidiu pela desocupação da administração (e assim foi feito) e um grupo minoritário teria manobrado a reunião para decidir pela ocupação da reitoria (e assim fez um grupo menor). Não sei se foi desse jeito (eu confio na idoneidade da jornalista e tendo a acreditar que foi, mas ela pode ter se confundido - eu sei como essas assembleias costumam ser chatas e confusas), então não irei acusar o grupo que invadiu a reitoria de agir contrariamente ao desejo da maioria em assembleia. Mas qual o erro então? O erro está em que, tendo a Justiça decidido-se pela reintegração de posse do prédio, os ocupantes continuaramcontinuam ali. Concorde-se ou não com a decisão judicial, há que se cumpri-la. A menos... a menos que se opte pela desobediência civil - sim, há o direito extralegal dos cidadãos enfrentarem leis e decisões que considerem injustas. Mas aí... Mas aí é preciso que tal disposição se manifeste na forma não apenas de desobediência à lei ou decisão tida como injusta, como também, e sobretudo, que haja disposição para suportar todas as consequências de tal ato. Enfrentar a lei e não querer arcar com as consequência é apenas afrontar a lei e não um ato de transgressão transformadora.
Se esses estudantes não desocuparem a reitoria, sairem só à força, aceitarem ser presos e julgados, mantendo firme a posição de que eles é que estão certos, aí, mesmo que eu discorde de suas motivações, não terei nenhum argumento para caracterizar como um simples ato de rebeldia imatura.
terça-feira, 30 de março de 2010
A Polícia Militar não sabe ler
Eu havia enviado a mensagem abaixo pelo Fale Conosco do sítio web da PM de São Paulo:
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Prezados Senhores,
Gostaria de saber o nome do policial à paisana que socorreu a Soldado Erika Cristina Moraes de Souza Canavezi ferida durante os protestos dos professores. Minhas estimas de pronta recuperação da policial.
Grato desde já,
Roberto Takata
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Eles me responderam assim:
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Resposta da Mensagem Nº: 8EEA40/2010
De: faleconosco (faleconosco.Notes@notes.polmil.sp.gov.br)
Enviada: terça-feira, 30 de março de 2010 10:43:11
Para: rmtakata@xxx
Eles respondem o que eu já sei e não respondem o que eu perguntei.
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Prezados Senhores,
Gostaria de saber o nome do policial à paisana que socorreu a Soldado Erika Cristina Moraes de Souza Canavezi ferida durante os protestos dos professores. Minhas estimas de pronta recuperação da policial.
Grato desde já,
Roberto Takata
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Eles me responderam assim:
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Resposta da Mensagem Nº: 8EEA40/2010
De: faleconosco (faleconosco.Notes@notes.polmil.sp.gov.br)
Enviada: terça-feira, 30 de março de 2010 10:43:11
Para: rmtakata@xxx
Nota de Esclarecimento
Com relação à foto publicada na grande imprensa de uma policial sendo socorrida, a Polícia Militar esclarece que trata-se da Soldado Erika Cristina Moraes de Souza Canavezi, que foi ferida com uma paulada no rosto e que está sendo socorrida por um policial militar a paisana.
A policial foi atendida no Hospital Albert Einsten medicada, liberada e passa bem.
A Polícia Militar agradece a manifestação de solidariedade.
Fale conosco PM
São Paulo, 27 de março de 2010.
---------------Eles respondem o que eu já sei e não respondem o que eu perguntei.
quarta-feira, 10 de junho de 2009
PM na USP 2009 (2)
"O horror, o horror" - Joseph Conrad (1857-1924), escrito polonês, em "Coração das Trevas" (1902).
PM no Campus da USP - 2009
http://www.youtube.com/watch?v=deUf8An9Q1o
PM na USP 2009
http://www.youtube.com/watch?v=xwL-b6LUOb4
PM invade Campus da Cidade Universitária e agride estudantes
http://www.youtube.com/watch?v=YNAzxgGtGpA
Pms invadem a USP e jogam bombas em confronto com estudantes 2/2
http://www.youtube.com/watch?v=ml9YQvqh47U
Upideite (11/jun/2009): Fernando Gouveia/Gravatai Merengue, do blogue Imprensa Marrom, referenciou o vídeo abaixo e acrescentou um comentário de ironia: "Nas imagens abaixo, vemos estudantes munidos de flores e cantando músicas de paz junto a policiais."
Acho que ele não observou um dos estudantes segurando uma flor.
É o mesmo que mantém a turba a uma distância dos PMs.
PM no Campus da USP - 2009
http://www.youtube.com/watch?v=deUf8An9Q1o
PM na USP 2009
http://www.youtube.com/watch?v=xwL-b6LUOb4
PM invade Campus da Cidade Universitária e agride estudantes
http://www.youtube.com/watch?v=YNAzxgGtGpA
Pms invadem a USP e jogam bombas em confronto com estudantes 2/2
http://www.youtube.com/watch?v=ml9YQvqh47U
Upideite (11/jun/2009): Fernando Gouveia/Gravatai Merengue, do blogue Imprensa Marrom, referenciou o vídeo abaixo e acrescentou um comentário de ironia: "Nas imagens abaixo, vemos estudantes munidos de flores e cantando músicas de paz junto a policiais."
Acho que ele não observou um dos estudantes segurando uma flor.
É o mesmo que mantém a turba a uma distância dos PMs.
PM na USP
"A primeira vítima da guerra é a verdade" - Hiram Johnson (1866-1945), senador americano
09.06.09, USP: sem palavras
http://myriamks.blogspot.com/2009/06/090609-usp-sem-palavras.html
Debelado foco guerrilheiro na USP
http://hariprado.wordpress.com/2009/06/09/debelado-foco-guerrilheiro-na-usp/
(como pode ter um ou outro desavisado, o texto é irônico)
Relato do Prof. Pablo Ortellado, da USP
http://www.idelberavelar.com/archives/2009/06/relato_do_prof_pablo_ortellado_da_usp.php
Atualização com depoimento do leitor Thiago
http://www.idelberavelar.com/archives/2009/06/urgente_policia_de_jose_serra_espancando_e_bombardeando_estudantes_na_usp.php
09.06.09, USP: sem palavras
http://myriamks.blogspot.com/2009/06/090609-usp-sem-palavras.html
Debelado foco guerrilheiro na USP
http://hariprado.wordpress.com/2009/06/09/debelado-foco-guerrilheiro-na-usp/
(como pode ter um ou outro desavisado, o texto é irônico)
Relato do Prof. Pablo Ortellado, da USP
http://www.idelberavelar.com/archives/2009/06/relato_do_prof_pablo_ortellado_da_usp.php
Atualização com depoimento do leitor Thiago
http://www.idelberavelar.com/archives/2009/06/urgente_policia_de_jose_serra_espancando_e_bombardeando_estudantes_na_usp.php
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